sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Infinity Blade 2: um game para portáteis

Não há dúvidas de que Infinity Blade 1 foi um dos jogos de maior sucesso do iOS, tanto por seus gráficos magníficos quanto por sua jogabilidade inovadora. Mas, com a chegada do segundo game da série, a Chair Entertainment tinha uma tarefa extremamente desafiadora: tornar melhor aquilo que já era quase perfeito.

A história de Infinity Blade 2 segue diretamente do fim de seu antecessor, depois que Siris finalmente adquire a poderosa espada que dá nome ao jogo. Agora, o herói está em busca do criador da arma, chamado Worker of Secrets, para trazer um fim à batalha entre ele e os terríveis Deathless, em uma aventura que responde várias dúvidas que ficaram no ar desde o primeiro game da série.
Aprovado

Infinitamente bonito

Caso, ao ver o primeiro game da série, você tenha pensado que esse era o máximo que o iPad e iPhone alcançariam, prepare-se para dobrar a língua: Infinity Blade II consegue, por mais incrível que pareça, ser mais bonito que seu antecessor.
A diferença é discreta, mas definitivamente pode ser percebida, por exemplo, no número ainda maior de detalhes que as armaduras de Siris e seus oponentes usam. As texturas também estão mais “polidas” que antes, contra a aparência levemente fosca das encontradas em IB1, trazendo um resultado extremamente realista. Até mesmo a iluminação melhorou, dando a real sensação de que o sol está “batendo” nos personagens e cenários.

Algo que também melhorou consideravelmente foi o número de polígonos utilizados em cada objeto, cenário e personagem do game. Se antes só era possível perceber um ou dois serrilhados ocasionais, agora encontrá-los virou um verdadeiro desafio, tamanha a perfeição dos modelos.

Lute no seu estilo

Se Infinity Blade 1 tinha uma fraqueza era na jogabilidade, que limitava o jogador ao uso de somente uma combinação de espada e escudo, fazendo com que as batalhas logo se tornassem repetitivas. Mas com a chegada de seu sucessor, esse problema deixou de existir.
A solução para isso foi a adição de duas novas classes de equipamento: as “Heavy”, armas de grande poder de ataque, mas lentas, e as “Dual”, espadas curtas que dão sequências de ataques rápidos em seu adversário. E não pense que elas apenas afetam o dano de seus golpes. De fato, cada uma delas parece ter uma jogabilidade completamente diferente da outra, resultando em um equilíbrio perfeito quando juntas da original, a “Light”.

Por exemplo, ao utilizar um equipamento “Heavy”, seu personagem perde a capacidade de desviar, mas passa a poder se defender de qualquer ataque apenas com o bloqueio comum. Já com o “Dual” é o inverso: suas espadas são pequenas demais para protegê-lo, mas sua leveza permite que você se esquive com facilidade de qualquer golpe.

E como se não bastasse, a velocidade de movimento difere tanto entre as três classes que você provavelmente se verá obrigado a reaprender a lutar quando trocar de estilo. Assim, sempre que estiver cansado de uma delas, basta escolher outro equipamento e seguir com a sensação de estar experienciando um jogo novinho em folha.
Reprovado

Somente para a telona

Tanta beleza em um game portátil acaba tendo um preço. É necessário um hardware realmente poderoso, algo que você só vai encontrar no iPad 2 ou no iPhone 4S. Se tentar jogar em qualquer outro aparelho, prepare-se para slowdowns a cada dois segundos que estragam o passo do game e arruínam qualquer animação.
Isso não é só irritante, como também afeta consideravelmente a jogabilidade, já que, para se defender dos ataques inimigos é necessário esperar até o último momento para reagir e atrasos na resposta podem ser fatais para o heróis. E ser atingido por um golpe mortal simplesmente porque esse slowdown fez com que você não conseguisse entender o ataque “engasgado” do oponente é algo que acaba com o humor de qualquer um.
Vale a pena?
Infinity Blade 2 não é um jogo perfeito, mas definitivamente chega muito perto disso, se provando facilmente o melhor game já feito para o iOS. Isso é ainda mais surpreendente em vista do pouco tempo (seis meses) que a Chair teve para desenvolver essa continuação, mas ainda conseguindo trazer tantas melhoras com relação ao original.

Mas aqui vai um conselho: se puder escolher, fique com a versão para iPad 2. Do contrário, é provável que as batalhas deixem de ser divertidas para se tornarem uma simples tortura.


Via Baixaki Jogos.

O DLC mais caro do mundo foi lançado




Quando anunciaram Ultimate Marvel vs. Capcom 3, muita gente ficou com um pé atrás. Lançar a nova versão de um jogo que chegou aos consoles há menos de um ano soa estranho, principalmente em tempos em que patches de correção e DLCs são tão comuns.

Por outro lado, o estúdio prometeu uma dúzia de novidades, o que fez com que os fãs do crossover ficassem ansiosos com o que estava por vir. Com 12 novos personagens e outras melhorias significativas naquilo que já era bom, a Capcom tinha tudo para trazer um título ainda melhor. Mas será que as adições fazem valer o preço?
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Aprovado

Uma dúzia de razões
É inegável o fato de que os 12 lutadores adicionados ao elenco de Ultimate Marvel vs. Capcom realmente fazem o título valer a pena. O interessante é que entre novatos e velhos conhecidos dos fãs, temos guerreiros bem diferentes e que trazem novas opções de jogabilidade aos combates.

É o caso de Phoenix Wright, que possui três estilos de luta bem distintos, o que interfere nos tipos de golpes utilizados. Além disso, muitos de seus ataques são baseados na coleta de evidências, assim como acontece em seus jogos para Nintendo DS.
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Outro personagem que deve surpreender é Rocket Raccoon, o guaxinim espacial dos quadrinhos da Marvel. Apesar de ser desconhecido do grande público, seus movimentos são interessantes e sua agilidade permite a criação de combos extensos e poderosos.

Os demais lutadores também possuem seu charme, principalmente por conta de seus ataques variados, como Nemesis e Motoqueiro Fantasma. Além disso, ao contrário do que muita gente imaginava, a estreia de Vergil vai muito além de “uma nova roupa para Dante”, já que o vilão de Devil May Cry 3 possui um estilo próprio e bem diferente do de seu irmão.

Ampliando as arenas

Se você se incomodou com os poucos cenários de Marvel vs. Capcom 3, pode comemorar. A versão Ultimate dobra a quantidade de estágios disponíveis, trazendo 18 opções de locais para que os heróis e vilões dos dois universos quebrem o pau.

O que mais chama a atenção, no entanto, é o fato de que há muita referência a jogos antigos e grandes sagas dos quadrinhos. O maior exemplo disso é Days of Future Past, que traz elementos da história “Dias de um Futuro Esquecido”, publicada na década de 80. Já em Shadowland (inspirado em “Terra das Sombras”), temos uma pequena homenagem a Mortal Kombat, em que o herói Demolidor assiste à luta da mesma forma que o imperador Shao Khan.

 Analisando os oponentes

Uma das grandes falhas do game lançado em janeiro era a falta de um modo espectador para as partidas online. Ao entrar em uma sala, você era obrigado a ver dois cartões se chocando enquanto esperava sua vez, sem a possibilidade de acompanhar o estilo dos demais competidores.
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Em Ultimate Marvel vs. Capcom 3, isso é corrigido e ganha até mesmo algumas opções diferenciadas para agradar a todos os tipos de jogadores. Se sua conexão não é das melhores ou você simplesmente não tem paciência para ver outras pessoas caindo na porrada, basta desligar o recurso para voltar ao que já era feito em Fate of Two Worlds.

Por outro lado, a Capcom trouxe também uma forma de satisfazer aquelas pessoas que não querem jogar, mas apenas conferir como outros usuários lutam. Apesar de parecer um recurso desnecessário, isso é muito útil na hora de aprender novas estratégias de combate com determinado personagem ou para dar uma pausa da jogatina sem sair da sala.

Reprovado

O vilão mais chato do mundo

Um dos principais deslizes Marvel vs. Capcom 3 era a falta de modos diferentes para variar a jogabilidade do game. Em Ultimate MvC 3, o estúdio voltou atrás e adicionou uma das maiores exigências dos fãs: uma forma de controlar o vilão Galactus. Sinceramente, preferia que o jogo continuasse sem esse modo extra.
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Apesar de a ideia de jogar com o Devorador de Mundos pareça ser algo interessante, na prática isso é muito chato. Primeiro porque o personagem é extremamente lento, fazendo com que você mais assista à luta do que comande de verdade. Você aperta um botão e espera alguns segundos para que ele, enfim, mexa o braço. Outro golpe e mais um tempo de espera.

Como se não bastasse, o "Cabeça de Balde" também é muito forte, o que cria um desequilíbrio absurdo nos combates. Em alguns casos, basta um único ataque para que o adversário seja derrotado, o que faz com que tudo fique sem graça rapidamente. A inexistência de um controle de dificuldade só piora isso, já que um ajuste por níveis poderia trazer um pouco mais de desafio.

Um ataque ao bolso

Comprovando todos os meus medos, Ultimate Marvel vs. Capcom 3 não deixa escapar a imagem de que se trata de um grande DLC vendido como jogo inédito. Com exceção das melhorias apresentadas anteriormente, tudo é idêntico ao que existia em Fate of Two Worlds. É aí que entra a pergunta: era mesmo preciso lançar um novo game ou bastava liberar a atualização para download?
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O problema é que isso vai além da simples questão financeira. Como não há interação entre MvC 3 e sua versão Ultimate, há uma divisão perigosa entre os jogadores que optarão pelo novo título e por aqueles que não querem pagar por um jogo que já possuem. Sendo assim, ao invés de criar um ambiente online mais rico e que unisse todo o tipo de público, a Capcom fez uma separação desnecessária.

Vale a pena?

A grande pergunta que resta é: vale a pena pagar R$ 200 por 12 personagens? Se você já possui Fate of Two Worlds e não for um fã louco por algum dos estreantes, a melhor coisa a ser feita é esquecer a versão Ultimate e continuar se divertindo com o game que você tem em casa. Apesar de os novatos serem divertidos, a estrutura básica do game é a mesma, o que torna seu lançamento independente algo totalmente questionável.

Contudo, para quem está chegando ao mundo do crossover agora, Ultimate Marvel vs. Capcom 3 é uma ótima pedida, já que o título traz todos os acertos de seu antecessor, além de outras melhorias. Agora é torcer para que não venha uma edição “Turbo Champion Remix”.

Via Baixaki Jogos.

Novo trailer mostra que Dante "Rihanna" é bom de briga

noticias Dante emo mostra que é bom de briga em novo vídeo de Devil May Cry
Embora muitos achem que o visual do Dante no novo Devil May Cry esteja um pouco… estranho, o estilo frenético de jogo, com muitos golpes estilosos e air combos insanos parece não só ter sido mantido, como também melhorado. O novo vídeo de gameplay que saiu hoje confirma isso de maneira bem empolgante!

Embora não entregue muitos detalhes da história, o vídeo revela que Dante terá uma espécie de guia, uma garota fantasma (?!) que lhe dá dicas do que fazer e para onde ir.

É interessante reparar também que a jogabilidade em certos pontos parece inspirada em games como God of War e Dante’s Inferno, com o personagem usando sua foice para se pendurar pelo cenário e puxar os adversários, olha só:

Franja emo à parte, não se pode negar que o visual do jogo está bem interessante, com iluminação e sombras muito bem aplicadas. E o Dante ainda sabe dar porrada como ninguém, o que definitivamente é uma coisa boa!

Vale lembrar que a produtora do game, a Ninja Theory, recentemente deu uma desculpa para o visual do protagonista: este é o Dante de outro universo, por isso ele é diferente do Dante que todos conhecemos da quadrilogia anterior. Então tá, né?

O reboot de Devil May Cry – mais conhecido como DMC – ainda não possui uma data de lançamento definida, mas é fato que o game sai em 2012, com versões confirmadas para Playstation 3 e Xbox 360.

(Via: IGN)

Via Arkade.

Mega Man X Corrupted: um game feito por fã

jogos Mega Man X Corrupted: game feito por fã não deve nada aos oficiais
Já faz algum tempo que os fãs de Mega Man esperam um bom game do personagem. Se a Capcom não se agiliza – e ainda cancela possíveis bons projetos, como Mega Man Universe e Mega Man Legends 3 -, os fãs não deixam o herói cair no esquecimento, e criam seus próprios games. Conheça agora o incrível e nostálgico Mega Man X: Corrupted.

 Produzido pela JKB Games – produtora que na verdade é basicamente um fã,  John Khalil Bacchus (daí a sigla) - Mega Man X: Corrupted traz um jogo completamente novo do robôzinho X e seu parceiro, Zero, mantendo o estilo gráfico que consagrou a franquia na geração 16 bits, mas agregando diversas novidades.

Para começar, teremos um sistema de mundo aberto semelhante ao adotado nos clássicos da série Metroid e Castlevania, com fases interligadas que poderão ser visitadas sem uma ordem definida.

Além disso, as armas coletadas poderão ser melhoradas por meio de um árvore de upgrades, adquirindo inclusive novas funções: uma mesma arma poderá tanto criar droids de proteção ao seu redor quanto hackear a cabeça dos inimigos, fazendo com que eles mudem para o seu time.

A jogabilidade também terá influências de jogos mais recentes da série, com Zero podendo executar combos com sua espada laser. Cada personagem terá sua própria fase de abertura, bem como novos equipamentos e armaduras exclusivos.

Como Mega Man sem grandes chefes não é Mega Man, Corrupted terá uma uma leva totalmente nova de chefes, dos quais oito já estão confirmados. Com uma jogabilidade que agrega elementos clássicos e novidades à velha fórmula, Mega Man X: Corrupted parece melhor do que qualquer game oficial do personagem que a Capcom tenha lançado nos últimos anos.

Infelizmente, ainda não há uma previsão de lançamento do game, sequer para uma demo. Mas, se você quiser ficar por dentro da produção do game, pode seguir a página da JKB Games no Facebook. Desde já, JKB avisa que o game não terá multiplayer nem terá um código open-source, mas poderá ser baixado de graça para PC e Mac.

(Via: Destructoid)

Via Arkade.