quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Análise: Assassin's Creed Revelations

Assassin's Creed... somente o nome já chama a atenção. Um jogo histórico está para ser finalizado, e a Ubisoft, que nos presenteou com um game por ano desde de 2007, não falhou e nos trouxe um game de altíssima qualidade. Conhecido por nos mostrar uma Itália de ruas estreitas ondem passam curiosos, mercadores e soldados convivendo com templários e assassinos brigando um contra o outro, por nos dar a chance de esfaquear alguém da maneira mais fantástica possível, Assassin's Creed Revelations não fica atrás nem de Broterhood.


Mesmo mostrando um Ezio já longe de seu tempo de jovem, ainda em busca de respostas do lendário Altair, e Desmond sofrendo um colapso mental, o novo game do Ubisoft traz melhorias na jogabilidade, respostas aclamadas a muito tempo e um visual magnifico.


Distante, mas ao mesmo tempo perto
O personagem que manda e desmanda ainda é Ezio, que por sua vez ficou juntando uns trocados por três décadas e agora volta a Constantinopla em busca de respostas de Altair, mentor dos lendários Assassinos Masyaf. O enredo de Revelations é com certeza mais grosso que seus antecessores, e é focado em todos os personagens ao mesmo tempo. Os templários por sua vez não são mais grandes obstáculos na busca de Ezio pelas chaves da biblioteca particular de Altair, a qual só se abrirá ao encontrar as cinco chaves de Masyaf, e quando se acha uma ela mostra as memórias de Altair, mostrando assim também a história da Ordem dos Assassinos.


A história de Revelations é surpreendente e com certeza muitos jogaram os Assassin's Creed's anteriores só para não ficar por fora da história, e outros muito jogam Assassin's somente pela sua história, que nos mostra sucessivas revelações que fazem com que o jogador queira logo chegar na próxima parte para saber o resto. O mundo de Revelations gita em torno não só de Altair, no século XII, e de Ezio, no ano de 1511, mas também em torno de Desmond, que está tentando sair de um coma cerebral atraves do Animus, que também é aquilo que o está mantendo vivo. Com história que lhe surpreende a cada passo dado, esses jogo com certeza merece concorrer a melhor game do ano.


Um gameplay melhorado e um arsenal avançado
Ao chegar na capital que divide o Oriente e o Ocidente, é mais do que obvio que Ezio não poderia sair de lá sem dar uma passadinha em algumas lojas e comprar um arsenal muito, digamos, "exclusivo" para seu estilo. E esse novo baú conta conta com uma lâmina bico de águia, que dá mais versatilidade aos combates.


Com um arsenal novo em folha, os combates ficam mais diversificados e os mapas serão de transição mais fácil, podendo se fazer uma tirolesa de um prédio a outro, e podendo usar também o cenário inteiro na hora do aperto. As bombas também, tem seu papel importante, fazendo você pensar se vai jogar uma para acabar com os inimigos, o somente chamar a atenção deles para sair despercebido. Enfim, com um arsenal tão grande e variado, é obvio que se terá que pensar antes de agir.


Além de ajudar no combate, alguns equipamentos serviram para transitar pelos mapas fazendo com que não se perca tanto tempo andando por aí. Esse sistema foi muito elogiado, pois ajuda bastante também no gameplay, que não fica para trás.


O gameplay trás muito do mesmo, e por isso ele é muito bom, já que sofreu somente algumas alterações e adições, nada que atrapalhe, pelo contrário, somente ajuda. Os novatos vão ter que se acostumar com um estilo meio Prince of Persia, já que algumas partes serão de escalada e meio parecidas com Le Parkour, algo que dá mais dinâmica ao jogo, e outras serão mais terrestres, como no caso dos combates, que vão com certeza cativar o jogador. Já os veteranos não vão ter o minimo de dificuldade, pois já estão acostumados, somente terão que memorizar os novos comandos, mas tanto faz se você é novo no jogo ou não, ainda é um gameplay fácil e divertido(eu ri durante algumas partes do jogo).


Paisagem digna de cartão postal
O áudio e os gráficos de Revelations são exatamente como o esperado, ou seja, incríveis! Esses dois elementos é que fazem a interação com o cenário, sem eles Assassin's Creed não seria o mesmo. Contamos com cidades tão belas que é impossível reclamar, e o áudio retrata muito bem aquele tempo, com uma linguagem formal e com tudo a que tem direito.


Constantinopla não é a mesma. Ela foi modificada pelos Otomanos, e é claro que a cidade está linda, e ainda é possível explorar muito dela(eu me perdi muitas vezes). A dublagem também não é fraca, cada personagem é posto com uma voz perfeita para si, o que faz a a interação ser mais fácil.


A Ubisoft se preocupou mesmo em recriar todos os detalhes das cidades e pessoas daqueles tempo. E conseguiram. No meu caso, nunca vi cidade mais bem feita, cada detalhe é único e me familiarizei bem com os personagens, que também foram muito bem feitos. Não foi um salto muito grande, mas o jogo ainda é muito surpreendente.


Assassino online
O modo multiplayer também merece destaque, já que veio mais refinado e completo. Conta-se agora com novas modalidades de jogo e novos estilos, o que torna o multiplayer mais dinâmico e divertido. A liberdade de se customizar o personagem é bem interessante, mas só é possível se você for bem nas partidas e liberar Abstergs points, o dinheiro usado no multiplayer para liberar armas e outros itens.


Os novos módulos de jogo incluem o Artifact Assault, que é o Capture a Bandeira, mas em vez disso você vai ter que pegar o emblema inimigo e trazer a sua base, e o velho Deathmatch, onde os jogadores são postos em uma arena e lutam um contra o outro sem a bússola indicando o alvo.


De novo um penhasco
Assassin's Creed Revelations é um grande jogo, mais ainda comete erros, e um deles é o simples fato de passarmos mais da metade do jogo sob comando somente de Ezio. Claro, ele não é fraco e nem ruim, mas no meu caso senti falta de jogar com Altair e Desmond(mesmo que neste jogo ele esteja presente para nada). Outra coisa é que Revelations é mais curto que Broterhood e menor que AC 2. E infelizmente o modo multiplayer será deixado de lado, pois entre jogar com outros ou terminar a campanha, a campanha ganha fácil. Ainda há o fato de o ritmo ser quebrado muitas vezes ao decorrer do jogo, como quando se tem que proteger uma base da sua guilda, quando se joga em primeira pessoa nas lembranças de Desmond e quando se anda pelo Animus. Essa quebra de ritmo é praticamente uma tortura.


Os loads do jogo ainda são muito demorados, então prepare-se para enfrentar muitas telas pretas, tanto na campanha como no multiplayer, além do excesso de detalhes que geram os odiados lags nas cenas de ação e provocam queda de quadros por segundo.


Finalizando
Assassin's Creed Revelations cumpre seu papel e não fica atrás de seus antecessores, mostrando o mundo aberto magnifico de Constantinopla, dando as respostas que se queria e conclui as narrativas dos respectivos Altair e Ezio para dar espaço a Desmond. O multiplayer não fica como principal, mas ainda é um bom passatempo. A Ubisoft finalizou essa saga com gostinho de quero mais, uma história limpa e finalizada e quase consegui deixar A'sC Revelations na elite.


Notas Finais
Gráficos: 93 / 100                                              
Gameplay: 85 / 100                                        
Áudio: 90 / 100                                                
Diversão: 95 / 100                                            


Positivos
Ação digna de AC | História empolgante | Interessante e muitos personagens


Negativos
Defesa de guilda frustrante | Multiplayer falho | Campanha curta


Análise por "O Joystick"

Análise: Dark Souls


CONSIDERAÇÕES

Em linhas gerais, “Dark Souls” pode ser considerado o jogo mais difícil desta geração de consoles, entretanto não chega ser frustrante. O jogo proporciona belos desafios e tem momentos de batalha gloriosos e épicos, fazendo com que cada espadada desferida e cada magia lançada seja considerado um grande ato de combate.

O maior problema é que não são passadas informações suficientes para os jogadores, fazendo com que seja necessário consultar fontes externas para saber o que fazer e para onde ir. Mas que fique claro, “Dark Souls” não é apenas um game muito difícil, é uma obra que merece ser apreciada – principalmente por quem se diz ser um jogador dedicado.

INTRODUÇÃO

Quando “Demon’s Souls” foi lançado, no final de 2009, muito foi dito sobre a dificuldade absurda e esmagadora. “Dark Souls”, seu sucessor espiritual, corre o mesmo risco de ser lembrado do quão difícil é a primeira área, mas o game tem muito mais a oferecer do que simples frustração gratuita.

Criado pela FromSoftware (das séries “Armored Core” e “Kings Field” e “3D Dot Game Heroes”) “Dark Souls” conta a história de um mundo onde os heróis são mortos-vivos e que buscam encontrar uma forma de acabar com esta maldição.

PONTOS POSITIVOS

  • Só para jogadores dedicados
  • A atual geração de consoles nos acostumou mal. Ninguém tem culhões de fazer um jogo um pouco mais difícil se arriscando a ser criticado pela frustração de não conseguir matar um simples soldado. Mas isso não parece aflingir a Fromsoftware. “Dark Souls” consegue, de alguma forma paranormal, ser mais difícil que seu antecessor.

    A mecânica continua mais ou menos a mesma: você deve passar por mundos e reinos devastando tudo que se mexer pelo caminho. O problema é que quando você morrer – e isso vai acontecer diversas vezes – toda a experiência acumulada (as almas dos inimigos abatidos) ficará junto aos seus restos mortais. Para recuperar aquelas almas, será necessário passar por todos os perigos novamente.
  • Batalhas épicas
  • Ser um bom mago ou guerreiro traz recompensas gratificantes e que nos lembram dos tempos que os jogos não tinham “vidas infinitas”. O primeiro chefe aparece em menos de 5 minutos e um de seus golpes pode simplesmente deixar seu herói à beira da morte.

    O game tem diversos momentos assim, nos quais as batalhas lembram aventuras épicas, dignas de serem cantadas por um bardo em uma taverna. Claro que as derrotas serão constantes, mas que guerreiro imortal se incomodaria em voltar mais poderoso para acabar com uma fera assassina?
  • Cenários majestosos
  • Desde as escuras cavernas das Tumbas dos Gigantes aos fantásticos castelos de Anor Londo, tudo é fantasticamente criado para incluir o jogador em um mundo de fantasia sem igual. O mais interessante é que em muitos aspectos, nem parece que “Dark Souls” é um jogo desenvolvido por uma produtora japonesa. Os níveis de detalhes são muito bonitos e quase inesquecíveis.
  • Mecânicas simples e funcionais
  • Os sistemas de jogo são simples de serem assimilados, principalmente do modo de combate. São comandos simples como ataque fraco, ataque forte, defesa e esquiva. Parecem ser poucos movimentos, mas na verdade são recursos que se dominados garantem uma boa variedade de estratégias para dominar qualquer inimigo.

    O gerenciamento do inventário mesmo não pausando a ação é simples e ágil. Você consegue escolher o que equipar e o que descartar com menos de dois toques de botão. O difícil é escolher o que será descartado e o que deve ser mantido – algo que falaremos com mais calma logo adiante.

PONTOS NEGATIVOS

  • Faltam informações detalhadas
  • A dificuldade não se resume pela força dos adversários ou por caminhos que podem dar em armadilhas mortais. É difícil entender como funciona, por exemplo, a evolução de personagem, como usar magias e outros aspectos da mecânica.

    Os tutoriais são escassos e só explicam o básico, como dar uma espadada, desviar de golpes e outras coisas do tipo. As informações dificilmente explicam todos os conceitos, como para quê serve a Humanidade? E para que serve os diversos itens encontrados pelo cenário?

    Essas e outras dúvidas vão surgir com mais frequência e logo você terá que recorrer a outras fontes de informação ou até mesmo ‘detonados’ para descobrir qual é o próximo passo depois de enfrentar um monstro gigante.
  • Início frustrante
  • As primeiras horas de jogo serão frustrantes. Além de não existirem informações suficientes sobre o que fazer e como fazer, os equipamentos iniciais são muito, muito ruins. Quem escolhe ser um guerreiro tem que lidar com hordas de zumbis com uma espada enferrujada e um escudo de madeirite.

    Após passar a área de tutorial, chega um momento que o jogador não tem o que fazer com os itens que são encontrados. Não existe um vendedor por perto e logo vão surgindo dúvidas cruéis de quais itens que devem ser dispensados. Essas dúvidas surgem principalmente pelas descrições serem vagas como “Uma espada” ou “Uma bota de couro”.

    Passados esses momentos de incógnita, o jogo se torna mais e mais interessante e fica difícil parar de jogar.
Via Uol Jogos.

PS VITA: TRAILER MOSTRA INCRÍVEIS RECURSOS DE REALIDADE AUMENTADA


noticias PS Vita: trailer mostra incríveis recursos de realidade aumentada
PS Vita está quase sendo lançado no Oriente, e os ânimos do pessoal do outro lado do mundo devem estar em polvorosa com a novidade. Para atiçar ainda mais os fãs, a Sonydivulgou um novo trailer de seu brinquedinho, onde apresenta alguns recursos de realidade aumentada realmente interessantes!
Sony está afirmando que seu novo portátil é a “próxima geração” da realidade aumentada. Talvez isso seja um pouco de exagero, mas não se pode negar que o console faz algumas coisas bem bacanas.
Repare no aplicativo Pulsar (foto), que aparece aos 16 segundos de vídeo: você deve alinhar os cartões de AR de modo que os espelhos projetados na mesa carreguem um feixe de laser até o seu destino. Algo que já fizemos muito em games como Prince of Persia, agora poderemos fazer na mesa da cozinha!
Confira o vídeo abaixo, que além do Pulsar, apresenta o FlickBall e diversos outros aplicativos bacanas:
Vale ressaltar que todos eles constam como “working title“, ou seja, estes recursos ainda estão em desenvolvimento e não devem estar dispooníveis já para o lançamento do Vita.
Falando nisso,vale lembrar que o PS Vita chega ao Japão no dia 17 de dezembro. Nos EUA e na Europa, seu lançamento está programado somente para o dia 22 de fevereiro de 2012.
O aparelho terá versões com Wi Fi + 3G ou só Wi Fi. Estima-se que, nos EUA, seu preço de lançamento fique em 250 dólares (só Wi Fi) e 300 dólares (Wi Fi + 3G).
Para saber mais sobre os aspectos técnicos do PS Vitaclique aqui.
(Via: Gematsu)
Via Arkade.

Dribles incríveis em FIFA Street


noticias Incríveis dribles reais e digitais em novo trailer de FIFA Street
Se você curte bater uma bolinha virtual mas não é fã ardoroso dos simuladores que dominam o mercado – FIFA e Pro Evolution Soccer – pode ser que já tenha encontrado alguma diversão mais descompromissada nos games da série FIFA Street. Já te contamos que a Electronic Arts está produzindo um reboot da série, e é o novo trailer destereboot que você confere agora.
Com um visual urbano e colorido cheio de grafittis, o vídeo coloca atletas reais e digitais realizando as mais incríveis firulas com a bola, olha só:
O novo FIFA Street terá campos em mais de 35 lugares ao redor do mundo, incluindo Rio de JaneiroLondresBuenos Aires e Nova York. As partidas poderão ser de um contra um até cinco contra cinco jogadores de cada lado.
Produzido pela EA CanadaFIFA Street deve ser lançado em março de 2012. Até o momento, estão confirmadas versões do game para Playstation 3 e Xbox 360.
(Via: Eurogamer)
Via Arkade.

O Zelda da vida real

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Via Arkade.

SPEC OPS: THE LINE: DUBAI É TRAGADA PELA AREIA EM BELO TRAILER DO SHOOTER


noticias Spec Ops: The Line: Dubai é tragada pela areia em belo trailer do shooter
Spec Ops: The Line é um game de tiro em terceira pessoa que está sendo produzido pela pouco conhecida Yager Development. Embora tenha poucos detalhes revelados, os novos vídeos do game definitivamente deixam uma boa impressão.
Confira o primeiro vídeo abaixo, que mostra a tensão de uma fuga em massa de Dubai, quando uma colossal tempestade de areia engole a cidade e transforma-a em um inferno:
Aproveite e veja também um vídeo de gameplay – em uma Dubai já em ruínas – que foi divulgado recentemente:
Embora pareça só mais um shooter em terceira pessoa, a 2K Games está alardeando que o game terá um profundo sistema de moralidade, com o jogador precisando tomar decisões que afetam a vida de várias pessoas.
A trama acompanha o drama de um grupo de soldados americanos comandados peloCoronel John Konrad, que foi mandado para buscar sobreviventes ilhados na cidade, mas acabou ficando sem comunicação e dado como morto.
Após muito tempo sem notícias, as forças armadas recebem um fraco sinal do pelotão de Konrad, e enviam um novo grupo para uma missão de resgate. No papel do Capitão Martin Walker, líder deste novo grupo, caberá a você encontrar seus companheiros e sobreviver em uma cidade que se tornou o caos.
Spec Ops: The Line está em produção há quase dois anos, mas ainda não teve uma data de lançamento especificada. É certo, porém, que o game terá versões para PCPlaystation 3 e Xbox 360.
(Via: IGN)

Via Arkade.