A grandiosa revista Time tem como de costume todo ano anunciar o Top 10 melhores jogos do ano segundo ela.
Neste ano talvez as pessoas não achem justo o Top 10.
Este ano tivemos uma boa lista, mas alguns com certeza não ficaram felizes com elas. Em primeiro lugar neste ano ficamos com Minecraft, que apesar se ser lançado há pouco tempo, ele já foi considerado o melhor jogo.
Em segundo ficamos com Portal 2, que teve seu lugar merecido e em terceiro lugar temosThe Legend of Zelda: Skyward Sword. Alguns jogos que pelos jogadores foram melhores do ano não estão na lista como, por exemplo, Modern Warfare 3 que foi o jogo mais vendido do ano.
Veja abaixo o Top 10 melhores jogos do ano segundo a revista Time:
A votção para melhores do ano vai ser retirada, já que ninguém vota mesmo, então simplesmente serão divulgados os resultados dos principais prêmios depois.
Shigeru Miyamoto, uma das maiores lendas do mundo dos games – criador de alguns joguinhos que quase ninguém conhece, como Mario e Zelda – disse que vai se aposentar. O problema é que, dada sua importância, a Nintendo não quer que ele se aposente. Como será que fica essa história?
O que rolou foi o seguinte: em uma entrevista à próxima edição da revista Wired, Miyamotoafirmou que quer deixar seu atual cargo na empresa – que é de diretor sênior no departamento de criação de games – para se dedicar à projetos menores, sem ter que ficar no meio dos grandes projetos da empresa.
“Em nossos escritórios, eu sempre vinha declarando que ‘eu vou me aposentar, eu vou me aposentar’. Não estou dizendo que vou me aposentar do desenvolvimento de games. O que eu digo é que vou me aposentar da minha atual posição“.
Na sequência, Miyamoto entregou quais são seus planos para o futuro: “O que eu realmente quero fazer é estar na frente do desenvolvimento de games, provavelmente trabalhando em um projeto menor com desenvolvedores jovens. Ou posso estar interessado em fazer algo que eu mesmo possa fazer, sozinho. Algo realmente pequeno. Em outras palavras, eu não espero começar em trabalhar em coisas que necessitam de um tempo de cinco anos de desenvolvimento“.
Logicamente, quem não ficou nem um pouco satisfeita com as declarações de Miyamotofoi a Nintendo – que viu suas ações caírem 2% de ontem para hoje.
Logo cedo, a empresa soltou um comunicado afirmando que “aparentemente houve um mal-entendido. Miyamoto sempre disse que quer treinar as novas gerações. Ele não tem intenções de deixar seu cargo“.
Difícil saber o que rolou nos bastidores desta história, mas, pelas palavras do Miyamoto, parece que o “mal-entendido” que está rolando é entre ele e a Nintendo.
Vale ressaltar que Miyamoto – atualmente com 59 anos – está na empresa desde 1977. O nome dele está vinculado à algumas das principais franquias da empresa, como Super Mario, Donkey Kong, The Legend of Zelda, Starfox e Super Smash Bros, muitas das quais ele foi produtor e/ou idealizador.
Desde sempre, a indústria de jogos eletrônicos combate a pirataria das mais variadas maneiras. Enquanto algumas produtoras banem jogadores ou os impede de acessar seus jogos, outras são mais criativas: a Croteam, produtora do recente Serious Sam 3: BFE, colocou um monstro imortal para atazanar a vida de quem piratear o game!
O sistema anti-pirataria da Croteam é simples, porém genial: ao detectar que uma cópia pirata de Serious Sam 3: BFE está sendo utilizada, o próprio jogo libera uma criatura especial, que parece escorpião humanóide.
Detalhe: o monstrengo é imortal, super rápido, possui braços de metralhadora e é simplesmente implacável!
Com este bicho à solta, o game fica impossível de ser jogado, pois ele segue cada passo do jogador e não dá um instante de folga, atacando sem dó e impedindo que o jogador faça qualquer outra coisa! Confira no vídeo abaixo a brutalidade deste guardião:
Depois de torrar toda sua munição e ver a tela de Game Over uma centena de vezes, até mesmo o mais persistente dos piratas vai acabar desistindo! Ponto para a Croteam, que teve uma ótima sacada para driblar a pirataria!
Hoje é o dia das bizarrices. Depois de um post sobre filmes pornôs no Playstation 3, eis que surge uma novidade ainda mais estranha, diretamente dos gramados de FIFA 12. Em um momento de pura intimidade homoafetiva Andrew Carroll, famoso jogador do Liverpool, tasca um beijo na boca do goleiro adversário!
Bom, mas não se deixe enganar pelo primeiro parágrafo: FIFA não virou um Mass Effectda vida, que permite relações entre pessoas do mesmo sexo.
O que acontece foi que um jogador flagrou um bug pra lá de bizarro, onde, após uma dividida com o goleiro, os dois jogadores se enroscam e parecem se beijar. Confira abaixo:
Como diria um famoso narrador esportivo: “pode isso, Arnaldo“?
P.S. Alguém reparou que, por ironia do destino, o vídeo possui exatamente 24 segundos?
Uma das franquias com mais lançamentos nos últimos tempos, a série LEGO reconta histórias de sucesso (como as disputas espaciais de “Star Wars” e as aventuras dos “Piratas do Caribe”) utilizando os famosos blocos de montar da companhia dinamarquesa.
Dessa vez, a Traveller’s Tales termina de contar a saga de Harry Potter (iniciada em Lego Harry Potter Years 1-4, lançado ano passado) em um jogo que inclui a história dos livros “A Ordem da Fênix”, “O Enigma do Príncipe” e “As Relíquias da Morte”.
Assim, o game recria o universo saído da mente da escritora J.K. Rowling ao mesmo tempo em que oferece aos jogadores missões variadas ambientadas nos amplos e detalhados cenários mostrados nos livros e filmes.
Aprovado
J.K. Rowling deve estar orgulhosa
Além de sua jogabilidade característica, um dos pontos que mais deve ter contribuído para o sucesso dos jogos da marca LEGO é o respeito que a desenvolvedora Traveller’s Tales tem em relação às franquias retratadas.
A companhia sabe aproveitar o licenciamento que tem em mãos e criar jogos cheios de referências para fã nenhum botar defeito. Ainda assim, o game também não é exclusivo apenas para quem conhece a história do garoto que sobreviveu, podendo ser apreciado por qualquer trouxa — ainda que estes tenham alguns problemas para se situar em determinados momentos.
A mágica da compreensão
Uma das maiores birras em relação à série LEGO que muitos (este redator incluso) sempre tiveram era a falta de clareza dos games na hora de apresentar os objetivos ao jogador. Assim, em jogos como LEGO Pirates of Caribbean e Indiana Jones, enquanto o item necessário no momento permanecia escondido no cenário, diversos outros inúteis reluziam escandalosamente — algo que induzia muitas vezes ao erro.
A equipe de desenvolvimento parece ter tomado conhecimento (finalmente) desta falha e tornou este título muito mais didático. Assim, enquanto em jogos anteriores já existiam legendas indicativas, neste aqui elas tendem a referenciar o item necessário para continuar no momento — e não mais qualquer coisa que estivesse no cenário.
Além disso, a presença de itens brilhantes no cenário agora só ocorre quando estes são realmente necessários para a realização de alguma tarefa. O que economiza bastante tempo ao jogador e torna a jogabilidade muito mais fluida. Já a adição da roda de feitiços também cumpre muito bem o seu papel e facilita a vida do jogador na hora de selecionar a habilidade apropriada para cada ocasião.
A beleza dos tempos difíceis
Enquanto o período retratado em Years 5-7 marca o retorno (e posteriormente a queda) do maligno Voldemort, é necessário reconhecer que os gráficos do game estão muito mais bonitos do que o de seu predecessor.
A melhoria já estava presente em outros títulos mais recentes, como Pirates of the Caribbean, mas agora é possível encontrar ambientes naturais detalhadamente recriados, assim como efeitos de iluminação e sombras que enriquecem a experiência de visitar o castelo de Hogwarts e os demais cenários retratados.
Para se jogar a dois
Há alguns jogos que parecem ter sido feitos para se jogar com mais alguém e a série LEGO, como os fãs já sabem, pertencem a esse grupo. Afinal, a mecânica característica da franquia exige a troca constante entre personagens para poder resolver diferentes desafios com as suas habilidades únicas e diferentes.
Desse modo, o jogo passa a fluir mais rapidamente quando alguém assume o segundo joystick, além de ser muito divertido ter alguém para compartilhar o bom humor do jogo — sem contar como um segundo jogador pode facilitar a experiência.
Um mundo para ser descoberto
Assim como em outros games LEGO, além de completar os níveis da aventura principal, os jogadores também devem encontrar uma série de itens (como blocos dourados e brasões de Hogwarts), além de completar tarefas como o resgate de estudantes em perigo.
Nem tudo, no entanto, pode ser acessado inicialmente, sendo que é preciso avançar no jogo para aprender certos feitiços e poções, além de ser necessário completar os estágios antes de poder visitá-los com todos os personagens.
Desse modo, Years 5-7 é uma mina de ouro para os jogadores que gostam de destrinchar tudo o que um game oferece e para aqueles que desejam uma experiência de horas e horas de diversão.
Reprovado
A câmera que não deve ser nomeada
Um problema exclusivo para quem joga no modo cooperativo (o que significa uma grande parcela dos fãs da série), a câmera continua a incomodar. Quando os dois personagens se separam, a tela divide-se para que ninguém fique preso ao seu companheiro.
Contudo, em vez de manter uma divisão fixa na tela, a separação muda de lugar de acordo com a posição dos personagens na tela — fenômeno incômodo e capaz de gerar enjoos em alguns jogadores.
Quase lá
Embora Years 5-7 tenha representado um grande salto em relação aos seus antecessores ao tornar-se finalmente intuitivo, ainda há alguns momentos que prendem o jogador em um determinado cenário sem saber direito o que fazer.
Esses momentos, no entanto são muito raros e não chegam a comprometer a diversão. Ainda assim, a desenvolvedora poderia ter se esforçado um pouco mais para impedir que os jogadores tivesse esse tipo de problema.
Vale a pena?
Os jogos da franquia LEGO sempre tiveram um grande potencial de diversão que muitas vezes era mal aproveitado por conta de problemas de jogabilidade e falhas de programação. Assim, por mais que alguém fosse fã da série representada, a presença de alguns bugs e a dificuldade de completar as tarefas requisitadas apenas frustravam o jogador e o desmotivavam a continuar.
Felizmente, a Traveller’s Tale parece ter acertado a mão em LEGO Harry Potter Years 5-7, fazendo com o que produto final possa ser considerado um verdadeiro presente para os fãs do detentor da cicatriz mais famosa entre os bruxos.
Com várias horas de jogo, muitos desbloqueáveis e o charme característico da série, o jogo é uma pedida certa para todo o tipo de jogador. Além disso, os brasileiros também tem a vantagem da localização, ainda que limitada somente às legendas, para o português.
Desse modo, se você estava procurando um bom jogo protagonizado pelos bonecos LEGO, essa é a melhor opção até o momento e, com alguma sorte, uma futura referência para mais bons games.
South Park é uma das séries animadas de maior sucesso no mundo. O desenho é ácido, politicamente incorreto, cruel e muito, mas muito engraçado. E como toda franquia televisiva de sucesso, é claro que já ganhou ao menos uma versão para os games. Porém, deixando de lado o que já passou, os pequenos boca-sujas estão chegando para os consoles da sétima geração.
A nova empreitada será do gênero Role Playing Game e ficará por conta da desenvolvedoraObsidian Entertainment, sendo publicado pela THQ. Segundo uma postagem de um usuário do fórum da NeoGAF, será a primeira vez que os geniais Trey Parker e Matt Stone (criadores da série) participarão ativamente do desenvolvimento do game.
Segundo informações que vazaram da revista Game Informer (de janeiro do ano que vem), as animações em 2D do game serão todas desenhadas e animadas exatamente da mesma forma que acontecem no desenho para a televisão. O protagonista do título será inteiramente personalizável, sendo que ele sempre carregará uma espécie de “smart phone”.
O pequeno aparelho servirá de interface para as opções primárias do jogo, além de contar com um aplicativo nos moldes do Facebook, que vai mostrar o número de amigos que você vai fazer no decorrer do percurso. A socialização, inclusive, será um dos principais objetivos do game.
Garotos da rua de trás
Ao que diz respeito a objetivo, os jogadores de South Park: The Game estarão na pele de um garoto que acaba de chegar à cidade. Logo, seu primeiro dever é ser aceito pelos outros meninos (e quiçá meninas).
Os gamers poderão escolher uma entre cinco classes principais, sendo aventureiro, paladino, ladrão, mágico e uma quinta ainda não anunciada, que será feita especialmente para Eric Cartman. O gorducho mal humorado será também o guia para a escolha dos atributos. Está estranhando? Lembre-se: o jogo é um RPG.
Obsidian?
Feargus Urquhart, o CEO da Obsidian Entertainment, disse em uma entrevista ao site Tom’s hardware que o South Park Studios driblou a maneira tradicional de aproximação com as publicadoras. Os produtores do desenho vieram direto a Obsidian e logo disseram que eles mesmo são gamers fanáticos.
Segundo Urquhart, Trey Parker e Matt Stone queriam saber o que eles precisavam fazer para garantir que esse game seja digno de carregar o nome South Park. Nas palavras dos dois roteiristas: “Se não pudermos fazer um jogo idêntico a South Park, então por que fazê-lo?”.
Já que o vindouro título seguirá os moldes da série exatamente como ela é, isso implica em uma classificação indicativa para maiores de 18 anos (ou somente para adultos, no caso dos PCs).
Diga-me como parece
Para construir o game, a Obsidian utilizará a mesma engine usada em Dungeon Siege 3 e o sistema de batalhas será no famoso “RPG de turno”. Os encontros para as batalhas serão similares aos que acontecem em Final Fantasy, ocorrendo de forma totalmente aleatória e ficarão marcados no mapa. A iniciativa de cada personagem decidirá quem começa o combate atacando.
De acordo com os desenvolvedores, todas as cutscenes poderão ser cortadas — o que é um pedido direto de Parker, que odeias ter que assisti-las mais de uma vez. Os itens seguirão o estilo da série, por exemplo, a “poção de cura” será o refrigerante.
Quando?
South Park: The Game tem previsão de lançamento somente no segundo semestre do ano que vem, e o título chegará para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.