E pelo visto voltaremos a Los Angeles, a mesma cidade de GTA San Andreas, e será o primeiro game totalmente novo da série. Agora é só esperar que GTA V seja lançado, que talvez ainda demore um pouco, e conferir o mais novo game dessa série que praticamente mudou o termo "jogo de mundo aberto" para melhor.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Trailer de GTA V!!!!
GTA V foi anunciado a pouco tempo mas já deixou muita gente esperando ansiosamente pelo trailer. E a espera acabou! Aqui está o novo trailer de GTA V da Rcokstar liberado hoje(2 de novembro de 2011) e veja por si próprio o local onde será o game e o novo personagem principal:
Análise: X-Men Destiny
X-Men Destiny é um jogo que até tem boas ideias. Detém uma boa representação do universo de personagens da Marvel, materializa em um sistema de progressão algo próximo do role play, desenvolve ação em porções satisfatórias e o argumento coloca o jogador numa perceptiva diferenciada ao levá-lo a aproximar-se da categoria dos mutantes, uma espécie de seres humanos capazes de proezas especiais. Tudo isso conjugado com os personagens X-Men da Marvel. De um ponto de vista geral a representação da ideia para Destiny até que é capaz de resultar e como tal nunca se sentirão realmente perdidos, apesar do pálido registo da obra.
O problema torna-se muito claro quando chegamos aos específicos pontos do jogo e percebemos o estado algo primitivo e cru dos cenários, dos personagens e das figuras X-Men cuja intervenção passa pelo auxílio. Até podemos dizer que X-Men poderia ser um jogo bastante razoável e para se levar mais a sério se os produtores tivessem cumprido um esforço em gerir o substrato do jogo, dando relevo e dimensão aos protagonistas.
O que mais uma vez nos parece muito claro é que a “deadline” para a conclusão de certos projetos continua espalhando dificuldades e dando uma machadada quando está em causa uma legitimidade e aspiração genuína de um grupo de produtores dispostos a alcançar um compromisso que possam ir ao encontro dos fãs. E o exemplo de Batman Arkham City é muito claro. Uma representação extraordinária do herói oriundo das trevas, cuja transposição para o cinema e agora para os jogos tem resultado num somatório de sucessos.
Como já disse, X-Men Destiny até beneficia de uma premissa interessante e de um “gameplay” dinâmico, que depressa coloca o jogador num estado de progressão constante através dos poderes que vai gerindo (X-gene e mutants), mas a execução do mundo e dos personagens tende a desmoronar todas as pretensões de um jogo algo ambicioso e propício a estabelecer uma interpretação diferenciada do universo X-Men.
Os fundos e cenários são na esmagadora maioria mais simples e vazios do que vimos em Earth Defense Force. As animações são muito pobres e isso é bem visível nos personagens, principalmente nos heróis X-Men que dialogam com o nosso personagem como se estivessem prisioneiros de algum efeito que lhes condicione o movimento. Em combate ainda os vemos gerir os golpes que lhes emprestaram notabilidade nos “comics”, mas o quadro visual tende a ser bastante batido como se estivéssemos num jogo da geração anterior.
O motivo para a reunião dos X-Men tem por base a morte de Charles Xavier. A paz fora restabelecida entre os humanos e os mutantes, mas aquilo que parece ter sido um plano levado por Magneto para voltar a instalar a desordem e a guerra acaba por nos levar ao fundo da questão até algo bem diverso. Assim, a guerra emerge e os X-Men voltam a ser chamados à titularidade do combate, requisitando a ajuda possível dos mutantes.
É importante sublinhar, de resto, que o jogador não irá comandar efetivamente os personagens do universo da Marvel. Os X-Men terão um papel auxiliar predominante, mas o jogador irá controlar três personagens denominadas mutantes. Poderão escolher entre três personagens. Aimi Yoshida é japonesa que afastada dos pais devido à sua condição de mutantes, considerados como refugiados e sujeitos a determinadas privações. Haverá ainda outras duas personagens, Adrian Luca e Grant Alexander. Assim que escolherem um personagem terá acesso aos receptivos poderes. Para alguns, a transformação é uma descoberta e será também sobre essa condição que irá tocar o argumento.
Esses poderes não são mais do que uma forma de energia que tanto pode variar entre projeção, golpes especialmente desenvolvidos e poder de densidade, tudo dentro dos golpes especiais. Mas este é apenas o ponto de partida para um sistema adequado a favorecer uma progressão entre os poderes disponíveis através da acumulação de pontos de experiência, trocados depois por novos poderes.
O combate é fundamental e haverá arenas repletas de inimigos com indicação de quantos terão de ser eliminados antes de seguir em frente. A luta contra os “purifiers” será uma constante, mas também haverá mais espécies de inimigos assim como um confronto com os bestiais bosses. Essas habilidades que podem ser melhoradas no quadro dos “X-genes” tanto podem ter uma vocação ofensiva como defensiva e estão escalonadas até 4 níveis.
É possível estabelecer depois uma combinação e ordem entre esses ataques até ao ataque especial, que garante uma maior quantidade de dano, mas que também pode servir uma melhor proteção, dependendo das combinações e tipo de poderes que tenham escolhido. Trata-se de um mecanismo que garante uma constante evolução do personagem, tornando-o mais capaz de combater perante adversários de superior envergadura. O jogo deixa até alguns alertas sobre a condição do personagem antes de avançar para o combate, mas neste respeito o sistema está relativamente bem pensado.
Pelo meio haverá que decidir e tomar opções. O diálogo é uma constante em diversos momentos do jogo, mas aqui o sistema está longe de cativar o jogador para uma trama que por vezes ainda dá sinais de alguma chama. Por norma existe um quadro na parte inferior esquerda da tela com tópicos sobre os temas a inquirir. Muitos desses tópicos são passáveis e a forma estática como os personagens conversam tornam a conversa altamente aborrecida, ao ponto de mais à frente selecionarem constantemente a opção “goodbye” assim que se abre uma nova porta para o dialogo. Isto porque é tão grande a ausência de substrato dos personagens que o jogador acaba por se sentir meio desorientado.
Mas, além disso, haverá momentos em que serão chamados a decidir entre se tornarem um bom ou um mau mutante. As opções não marcam um desfecho definitivo. E aqui tanto poderão tirar partido do grupo ligado a Magneto como juntarem-se aos X-Men. A escolha operada irá proporcionar uma missão diferente tendo por finalidade outros objetivos. No fundo essa é a maior alteração já que o corpo da missão continua sendo sensivelmente similar embora ofereça outros “bosses”.
Por outro lado mesmo que escolham outro personagem não haverá um grande desvio na narrativa. As motivações pessoais permitem um conhecimento diverso, mas o rumo do jogo será idêntico, até mesmo em termos de evolução da campanha. A campanha principal não excede a meia dezena de horas e não sobram grandes motivos para voltar a repeti-la.
Oriundo da Silicon Knights, que já brindou o mercado com outras propostas bem mais convincentes, X-Men Destiny é um jogo parcialmente falhado. Tem algumas boas ideias, mas fica longe de executá-las da melhor forma. Nem será tanto pela fraqueza gráfica que o jogo fica perdido. É possível encontrar até alguns méritos no esquema de evolução de personagem e combates, mas tudo conjugado fica tão aquém do que é o padrão normal nos dias que correm para um RPG de ação, que é impossível não sentir um grande desapontamento.
Fonte: Eurogamer.pt
Via Game Power
Análise: Dead Rising 2: Off the Record
Quantas vezes em sua vida você já se pegou pensando em como seria se algo fosse diferente? E se você não estivesse presente em um determinado local e outro tivesse assumido o seu lugar? Tudo seria diferente ou as coisas não mudariam tanto assim? É essa a pergunta que Dead Rising 2: Off The Record quer responder.
Apesar de Chuck Greene ter sido um personagem bem interessante, os fãs sentiram falta da malandragem do velho Frank West, personagem principal do primeiro Dead Rising. Para atender aos pedidos, a Capcom decidiu relançar a sequência com um novo tempero e colocar o fotógrafo de guerras também no centro dos acontecimentos em Fortune City.
Dead Rising 2: Off The Record, porém, deixa uma dúvida. O game é uma expansão ou um título completamente inédito, que apenas reaproveita as bases de sua versão original? Infelizmente, a resposta pode não ser tão agradável assim...
Aprovado
O mundo é seu playground
Um dos principais destaques da série Dead Rising é a extrema variedade empregada pelos desenvolvedores da Capcom Vancouver em seu desenvolvimento. De forma a brincar com o apocalipse zumbi e os clichês dos filmes que retratam esse tipo de tema, a empresa permite que os jogadores utilizem qualquer coisa para se defender dos mortos-vivos.
Qualquer coisa, no sentido literal. É possível utilizar desde objetos convencionais, como ferramentas, escombros ou armas de fogo até itens inusitados como cartas de baralho, máscaras, carrinhos de supermercado ou produtos eróticos. Os artigos também podem ser combinados, criando formas de ataque ainda mais devastadoras e divertidas.
Com objetos espalhados por, literalmente, todos os cantos de Fortune City, Dead Rising 2: Off The Record incentiva o jogador a explorar completamente o mundo aberto do game. Assim, é possível criar combinações cada vez mais devastadoras e evoluir seu personagem, que também se torna mais forte e destruidor.
Para testar cada um dos objetos, o que não falta são zumbis. Eles também estão em cada canto da cidade e se multiplicam à medida que Frank West fica mais forte e aprende novas combinações de armas. E tenha certeza: quanto mais sangue voando, mais divertido fica.
Trama digna de um bom filme
Cheia de reviravoltas e personagens interessantes, o enredo de Dead Rising 2: Off The Record segue exatamente as mesmas bases da versão original do game, com apenas algumas modificações para se adequar à presença de Frank West.
O fotógrafo, transformado em um famoso herói após os incidentes do primeiro game da série, caiu em desgraça como praticamente qualquer celebridade que ganha fama rapidamente. Sem dinheiro e oportunidades, West vê no reality show Terror is Reality sua chance de voltar ao estrelado fazendo aquilo que gerou seu sucesso: massacrar zumbis.
Nem tudo corre como planejado quando a cidade de Fortune City é tomada por zumbis. Um grupo que protege os direitos dos mortos-vivos é acusado de tramar a infecção, mas Frank sente cheiro de armação e decide investigar a verdade sobre o que está acontecendo no local. E para apimentar as coisas ainda mais, ele próprio está infectado e precisa se medicar a cada 24 horas para não acabar virando um desmorto.
A entrada de Frank West fez muito bem a Dead Rising 2. O protagonista é engraçado e cheio de piadas na ponta da língua, garantindo ao título um ar menos familiar e mais explosivo.
Liberdade expandida
Dead Rising é uma franquia reconhecida por permitir que o jogador explore os ambientes livremente, executando as missões quando e se quiser. Os protagonistas, porém, estão presos a um limite de tempo, que não deixa a jogabilidade ser “eterna” como a maioria dos games de mundo aberto. Pensando nisso, a Capcom criou o modo Sandbox, que livra Off The Record destas amarras.
No extra, não existem missões, apenas matança de zumbis. Se desejar, o jogador pode cumprir pequenos desafios, que envolvem acabar com um determinado número de mortos-vivos ou obter pontos em um limite de tempo. Caso prefira ignorar tudo isso, resta apenas a diversão inerente ao game.
Outra novidade em Dead Rising 2: Off The Record vem da especialidade de West: a fotografia. Assim como no primeiro jogo da série, o personagem pode tirar fotos do ambiente, capturando momentos e eternizando personagens e inimigos. A função também é usada como elemento narrativo, com cenas nas quais o objetivo é registrar algo que será usado como prova mais tarde no enredo. Boas imagens valem pontos de experiência e contribuem para a evolução do personagem.
Reprovado
Mas de novo?
As principais qualidades de Dead Rising 2: Off The Record são também o principal defeito do game. O título não traz muitas novidades além de pequenas modificações no material base e, na maioria das vezes, a sensação é de estar jogando mais uma vez a versão original, apenas com uma skin diferente para o protagonista.
Todos os inimigos são exatamente os mesmos e interagem com West da mesma forma. Isso também vale para os sobreviventes. E o mais estranho de tudo, até mesmo a história do game praticamente não tem modificações, mesmo contando com um personagem central tão diferente do original, com posturas e ética nada semelhantes.
Para quem já se aventurou pela Fortune City de Dead Rising 2, Off The Record parece um repeteco sem graça. Nada é novo e surpreendente, e mesmo as novidades como a Uranus Zone e o modo de fotografia não conseguem revitalizar o título.
Os problemas também estão de volta
Quando falamos que a Capcom Vancouver não mexeu em absolutamente nada do Dead Rising 2 original, estamos falando no sentido literal. Da mesma forma que todos os pontos positivos do game estão presentes em Off The Record, todos os defeitos também retornam sem nenhum tipo de alteração ou polimento.
Os tempos de carregamento continuam constantes e longos. A cada cena de corte ou transição entre dois vídeos, o jogador é surpreendido com uma tela de loading e deve esperar para continuar a ação. O mesmo acontece ao tentar sair de um local fechado para uma área externa. Esse tipo de interrupção no jogo é inevitável mas gera cortes bruscos no clima do título.
Problemas de jogabilidade também persistem. Ainda não é possível travar a câmera em um inimigo. Sendo assim, acertar companheiros durante os ataques aos mortos-vivos é praticamente inevitável. Quando diversos itens caem ao chão uns sobre os outros, é bem difícil coletar exatamente o desejado e abandonar todos os outros lá.
Dead Rising 2: Off The Record ainda traz um novo problema. As quedas na contagem de quadros por segundo, que eram raras na versão original, se tornam mais frequentes nesta expansão e acontecem também durante as cenas de corte.
Vale a pena?
Dead Rising 2: Off The Record é um ótimo jogo, mas apenas para aqueles que nunca experimentaram a versão original. Para esses, o título é uma opção extremamente divertida e violenta, que transformou o apocalipse zumbi em uma aventura repleta de risadas e momentos inusitados.
Já para os veteranos da aventura com Chuck Greene, Off The Record tem sabor de passado. A ausência de novidades e modificações na história faz pensar que o conteúdo poderia muito bem ser um DLC e não lançado como um título independente. A persistência de pequenos erros da versão original dá ainda mais força à impressão de que a Capcom quer apenas ganhar dinheiro fácil. Se esse é o seu caso, a compra do game não é recomendada.
Visual: 83, Jogabilidade: 80, Áudio: 82, Diversão: 87
Total: 75
Via Baixaki Jogos.
Análise: The Cursed Crusader
O ano de 2011 está sendo privilegiado para os gamers de todas as idades, gostos e afinidades. O gênero RPG foi bastante aclamado com os lançamentos de Dark Souls e daqui a alguns dias The Elder Scrolls V: Skyrim.
Porém, sem muita divulgação ou barulho, eis que chega à tona o RPG de ação em terceira pessoa da Atlus, The Cursed Crusade. O modesto título conta a história do filho de um cavaleiro Templário que busca um lugar na Quarta Cruzada, a fim de procurar seu desaparecido pai, um poderoso guerreiro Templário desaparecido em Jerusalém.
Para cumprir a tarefa, o cavaleiro “júnior” conta com o auxílio de um espadachim/arqueiro hispânico. Para acrescentar um pouco de “escuridão” à história, ambos os aventureiros são amaldiçoados por uma forma demoníaca, que os permite realizar feitos sobre-humanos. Porém, causa pesadelos e a “Morte” tenta incessantemente consumir a alma deles.
Pensando bem, a descrição acima está muito melhor do que a história do jogo... Sem contar que as cenas de corte e animação não são tão esclarecedoras assim e geralmente mudam de uma história para outra sem muito aviso. Bateu a curiosidade? Confira a seguir o porquê da introdução acima.
Aprovado
Câmera responsável
A mais notável qualidade técnica de The Cursed Crusade é a movimentação das câmeras. A possibilidade de controlar a direção da visão simultaneamente ao andar do personagem dá grande fluência à movimentação.
O modo cooperativo, com a tela dividida, fica bastante favorecido por essa qualidade.
Crescimento espiritual
O sistema de evolução de atributos do game é bem simples, eficaz e intuitivo. Há uma tela no final de cada missão, na qual os pontos de experiências adquiridos podem ser distribuídos entre as habilidades preteridas.
Há dois sistemas de pontuações distintos, sendo que o primeiro permite aos jogadores comprarem golpes com várias armas. O segundo esquema de pontos é destinado a novos atributos como força, manuseio de armas, resistência ou mesmo evoluir a forma demoníaca.
Reprovado
61% CG
Ao iniciar The Cursed Crusade, os gamers terão que esperar em torno de 10 a 15 minutos de cenas de animação gráfica (de baixa qualidade), com gráficos em tempo real. Depois do tempo de aguardo, uma batalha de dois minutos. Então, mais cinco minutos de CGs... Então mais uma luta, sem quaisquer indicações de comandos ou golpes. Resumindo, em meia hora de jogo, você joga mesmo uns nove minutos.
“Reclamas de tutoriais?”
Sabe aqueles tutoriais chatos, que as pessoas sempre reclamam de ter que passar para aprender a funcionalidade de cada botão? The Cursed Crusade deixa para ensinar aos jogadores o que fazer depois de algum tempo de jogo, o que dificulta muito a vida.
A questão das instruções tardias não seria tão prejudicial se os controles não fossem tão pouco intuitivos ou não demorassem tanto para responder. Simplesmente é difícil se acostumar com as funções dos botões, tanto de ataque quanto na precária defesa, como é confuso o modo de troca de armas.
O que realmente incomoda é o tempo de resposta. A precisão dos golpes fica comprometida, assim como toda a jogabilidade.
Gra_ic_s
Em termos de visual, The Cursed Crusade é até interessante. A ambientação da idade média, os castelos, o “motivo espartano” com o qual os castelos eram decorados. Enfim, o retrato de um povoado que vive em preparação constante para a batalha fica bastante evidente.
Porém, a qualidade de arte não é alta o suficiente a ponto de suprir a precariedade dos gráficos. Os personagens lembram manequins com os rostos pintados, com exceção de um maxilar móvel. Esqueçam detalhes como cabelos, movimentação de adereços como roupas e reação à fenômenos físicos, como o vento ou uma pancada.
Imaterialidade perimetral
Falando em física, um fenômeno interessante que ocorre no jogo é a dificuldade em acertar as paredes e portas. Para dizer a verdade, quaisquer superfícies que não sejam os inimigos vivos são extremamente difíceis ou impossíveis de serem acertadas.
As paredes, principalmente, não atrapalham os movimentos dos golpes das espadas. Mesmo que você esteja usando uma grande arma, que exija a empunhadura de ambas as mãos, a trajetória de seu armamento não será impedida por nenhum corredor estreito.
Ventriloquismo
Quem nunca estranhou ou mesmo se divertiu em filmes nos quais o áudio se desencontra da movimentação da boca dos indivíduos falantes? Fica no mínimo estranho ouvir uma voz sendo falada antes ou depois que uma pessoa articula os maxilares. Ou mesmo quando há certa ênfase na expressão facial de quem está com a palavra, cuja tonalidade e não é acompanhada pelo tom de voz...
O fato pode ser divertido em filmes e novelas mexicanas, mas no mundo dos games não é o que se espera de nenhum título de qualidade. Principalmente levando em consideração o preço que deve ser pago pelas obras, o trabalho de acabamento audiovisual deveria ser muito mais refinado, principalmente no que diz respeito à dublagem.
Vale a pena?
É difícil de entender por que razão ou motivo uma desenvolvedora empreenderia seu tempo, dinheiro, esforço e equipe técnica para desenvolver um game tão raso. Não se trata de um título impossível de se jogar ou com pretensão de ser um “grande jogo”. Mesmo assim, o tratamento leviano com o qual a história é tratada, aliada à quantidade absurdas de CGs e, principalmente, ao recorte inadequado da continuidade de enredo tornam esse game uma péssima experiência.
Não vale a pena jogá-lo, nem conhecê-lo, a não ser que você seja um aficionado pelas Cruzadas e, sinceramente, fique interessado por qualquer coisa sobre o assunto. Se não for especificamente assim, passe.
Visual: 50, Jogabilidade: 50, Áudio: 35, Diversão: 35
Total: 49
Via Baixaki Jogos.
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