sábado, 22 de outubro de 2011

Batman: Arkham City


Videoanálise
Enquanto as adaptações cinematográficas ainda não encontraram a fórmula do sucesso, os games inspirados em histórias em quadrinhos aproveitam o bom momento — Batman que o diga. O personagem estrelou um dos melhores jogos de super-heróis dos últimos tempos e fez com que o gênero voltasse a chamar a atenção do público e da própria indústria.
Em Batman: Arkham City, no entanto, a Rocksteady decidiu ser muito mais ousada, ampliando tudo aquilo que havia sido apresentado no game anterior e adicionando uma série de outros elementos. Além de um cenário ainda maior, temos uma extensa galeria de vilões, novas habilidades e até mesma a presença de uma nova personagem jogável. Porém, será que o estúdio conseguiu manter o clima épico que os fãs esperavam?

Aprovado

Bem-vindo a Arkham City
Engana-se quem acredita que o Homem-Morcego é o protagonista da história. Ainda que você o controle durante boa parte do jogo, a grande estrela do game é a própria Arkham City. É em torno da cidade-prisão instalada no coração de Gotham que tudo acontece, seja a presença de Batman ou a adcensão e a queda dos grandes vilões.
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Isso significa que ela é muito mais do que uma simples expansão da ilha do jogo anterior. O local possui vida própria, obrigando o jogador a estar sempre atento ao que acontece ao seu redor. Por mais que agora seja possível ir de um ponto a outro do mapa somente atravessando o topo dos prédios, é nas ruas que tudo acontece. Além dos diversos inimigos espalhados pelos becos, há uma infinidade de outros fatos que despertam o interesse do Cavaleiro das Trevas.
Esse é um dos principais destaques de Arkham City. Além da missão principal que dá continuidade à trama, há uma série de tarefas secundárias a serem cumpridas. Algumas são apenas assaltos cometidos por ladrõezinhos pequenos, mas há também aqueles planos bolados por inimigos mais perigosos, como Zsasz e Pistoleiro. Por mais que não seja necessário completar esses desafios, eles são uma ótima forma de estender, e muito, o tempo de exploração da cidade.
Img_normalÉ preciso lembrar também que estamos falando de um lugar dominado por mentes criminosas, ou seja, espere encontrar os vilões se enfrentando por poder. Para deixar tudo mais crível, essa disputa por território fez com que os bandidos se dividissem em gangues, cada uma sendo representada por uma característica de seu chefe. Os capangas do Duas-Caras, por exemplo, usam uma máscara deformada, enquanto o Coringa obriga seus vassalos a pintarem seus rostos como palhaços.
Isso pode ser apenas um detalhe pequeno, mas é algo que, dentro de todo o enorme contexto de Arkham City, torna a cidade muito mais interessante e verdadeira. Adicione a isso a infinidade de segredos e elementos escondidos e você terá motivos para vasculhar cada canto em busca de algo novo. Não é a toa que a Rocksteady adicionou uma pequena bússola no topo da tela e a possibilidade de marcar no mapa a localização de troféus e objetos não coletados. Ou era isso ou você nunca mais os encontraria novamente.
A gata e o morcego
Outra grande adição de Batman: Arkham City é a presença da Mulher-Gato como personagem jogável. Ainda que sua presença não seja obrigatória para dar continuidade à trama — ela deve ser baixada como um DLC a partir de um código que acompanha o game —, controlá-la dá novo ritmo à narrativa e nos permite conhecer um pouco mais sobre o que está acontecendo na cidade. Foi uma ótima forma de combater a pirataria, pois é um conteúdo que somente quem comprou o original poderá conferir.
Mais interessante é saber que ela não é apenas uma versão feminina do herói, pois possui um estilo bem diferente de combate. Ainda que os comandos e a forma de enfrentar os bandidos sejam os mesmos, Selina Kyle é muito mais acrobática em seus ataques e possui gadgets próprios para causar efeitos diversos.
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A exploração da cidade também é bem diferente, e um dos momentos em que fica mais divertido trocar o morcego pela gata. Por não possuir os acessórios do Batman, ela precisa se movimentar de outra forma. Desse modo, ao invés da arma de gancho que ele usa para alcançar o alto dos prédios, a Mulher-Gato usa seu chicote e seus reflexos felinos para escalar. O bacana é que, acertando o timing, ela ganha muito mais velocidade e estilo.
Maior e melhor
Quando as primeiras informações de Batman: Arkham City começaram a surgir, a principal dúvida girava em torno do fato de o título ser apenas uma versão maior de seu antecessor. A própriademonstração presente na Brasil Game Show nos fez temer essa realidade, já que não havia nada de novo, apenas as mesmas mecânicas, acessórios e elementos de Arkham Asylum.
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No entanto, a versão completa do game mostrou algo muito além disso. Existe, sim, um reaproveitamento de elementos do primeiro jogo, mas não sem melhorá-los significativamente. É o caso do sistema de voo, que está bem mais completo. Se antes era possível planar, agora você pode fazer mergulhos ou ”voar” como um morcego pelos céus de Arkham City — algo que pode ser aprimorado com os desafios de Realidade Aumentada, outra novidade da continuação.
A Rocksteady também deu um enorme salto em termos gráficos, o que significa que temos um jogo muito mais bonito. Isso é perceptível nas expressões faciais, abandonando os rostos quase imóveis para algo mais próximo do real e que colabora para construir a atmosfera dramática da trama. O estúdio também se preocupou em melhorar a interface dos menus do “Batcomputador”, que estão bem mais organizados. Na tela de upgrade, por exemplo, além de você ter mais domínio sobre cada tipo de melhoria, há uma gama ainda maior de elementos a serem evoluídos.

Reprovado

Feira da fruta
Apesar de ser um dos melhores games de histórias em quadrinhos já feitos até hoje, Batman: Arkham City não deixa de ter seus problemas. No entanto, são coisas tão pequenas que dificilmente irão atrapalhar sua experiência. O maior exemplo é o efeito 3D, que apesar de ser quase inexistente, não é algo que vai decepcionar a maioria dos jogadores. O mesmo pode ser dito de alguns deslizes gráficos, como na construção de sombras ou nas texturas de alguns elementos.
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Talvez a maior deficiência da nova aventura do Homem-Morcego esteja nos desafios, que não conseguem escapar da inevitável repetição. Por mais que seja possível controlar Batman ou Mulher-Gato, sua tarefa é a mesma: derrotar todos os inimigos para obter a maior pontuação. É possível adicionar alguns fatores de exigência, uma das novidades no modo, mas não chega a ser algo significativo. Esperamos que a chegada de Robin e Asa Noturna corrijam esse detalhe.

Vale a pena?

Batman: Arkham City chega aos consoles para reafirmar a posição como o melhor game inspirado em super-heróis. A Rocksteady conseguiu repetir a façanha do jogo anterior e expandiu o universo do personagem ainda mais. Com uma trama fantástica que surpreende desde a primeira cena, o título ainda oferece legendas em português e horas de exploração em uma cidade repleta de mistérios, vilões e coisas para descobrir.
Em um ano tão repleto de exclusivos de peso, como Gears of War 3 e Uncharted 3: Drake’s Deception, temos um incrível game multiplataforma que desponta como um dos fortes candidatos ao título de melhor jogo do ano. Independentemente de ser eleito ou não, a presença de Arkham City em sua prateleira é obrigatória.
Visual: 4,8 / 5,0
Jogabilidade: 5,0 / 5,0
Áudio: 5,0 / 5,0
Diversão: 5,0 / 5,0
Total: 98 / 100


Via BaixakiJogos

Análise: Ratchet & Clank: All 4


A ideia de fabricar um Ratchet & Clank assente numa vertente cooperativa nem é propriamente inédita no já vasto repertório da série. Alguns jogos já permitiam a opção para dois jogadores, ainda que em termos muito limitados. Afinal, o objetivo passava por manter a experiência numa linha de progressão individual.
Por outro lado a série R&C desde os tempos do PS2 que se desmultiplicou por um conjunto de linhas como forma de acomodar diferentes experiências. Ratchet & Clank: All 4 One marca essencialmente uma virada e um novo rumo que a Insomniac quis apontar. Sem ser inteiramente novo nos seus propósitos, a confiança com que ataca dentro do co-op on-line e off-line é suficientemente refrescante para merecer a atenção dos fãs.
Com efeito, é grande a distância que separa este jogo da linha principal. Oferecendo uma perspectiva mais alargada e isométrica para abarcar quatro protagonistas simultaneamente, mantendo um aspeto visual picante, reforçado pela abundância de ritmo e ação frenética na tela. Há objetos para todos os personagens interagirem, sem esquecer os elementos estratégicos que permitem manter vivo algum camarada que não tenha sido tão afoito e cuidadoso na abordagem aos inimigos.
O arsenal à disposição (obtido progressivamente) tende a emprestar uma variedade e ritmo saudável dentro das plataformas. Há soluções e aparelhos novos que garantem entusiasmo e alguma perícia na sua utilização, mas a verdade é que desde muito cedo que alguns poderão sentir a ausência do espírito familiar da série que sempre valeu pela atenção colocada nos dois protagonistas. Os cenários continuam preenchidos e vistosos visualmente, mas estão claramente construídos de modo a favorecer a experiência multiplayer. Além disso, não é um jogo muito difícil. Selecionar os alvos é um processo simples e muito automático, pelo que devem concentrar atenção em termos de cobertura e fugir ao padrão de ataque dos inimigos.

On-line a qualquer altura

O bom de Ratchet & Clank: All 4 One é que não coloca grandes dificuldades para juntar quatro jogadores. A reunião de colegas no sofá é uma boa opção se não estiverem preocupados com ligação à rede. Podem escolher entre Ratchet, Clank, Qwark e Dr. Nefarius e se tiverem desbloqueados novos objetos e armas poderão fazer uma repartição do armamento assim que acabarem de escolher os personagens. Como alternativa poderão jogar em “single player” controlando Ratchet, ao mesmo tempo que Clank cumpre a sua função por intermédio da inteligência artificial. Esta interação é já suficiente para perceber como as armas funcionam e se desenvolve a parceria entre os vários personagens. Poderão até completar esta aventura jogando individualmente, mas a piada está em ter mais personagens criando confusão e muitas explosões. A entrada e saída no jogo é bastante facilitada e isso pode acontecer a qualquer altura sem grandes interrupções.
A história de Ratchet & Clank: All 4 One traz de volta o Dr Nefarius. Começamos combatendo um monstro colossal que o próprio despertou e que de imediato lançou o caos pela cidade. Ratchet lançou-se na sua perseguição, seguindo-lhe o rasto até o deter, mas a história muda de figura quando os 4 são raptados por uma misteriosa criatura que os transporta e coloca reféns num planeta chamado Magnus. A forma como a história é contada obedece ao propósito da junção entre os 4 personagens, pois mesmo que joguem em termos individuais, os restantes dos personagens entram nas cut-scenes.
Nesse planeta Magnus há mais criaturas. Também elas foram raptadas para aquele local misterioso. Muitas delas poderão ser colecionadas pelo Ratchet usando um aparelho aspirador. Isto é útil para desbloquear certos objetos. Mas também há caixas de parafusos. Estes, como se sabe, representam o elemento monetário que permite aceder a novas armas e dar-lhes uma configuração mais ofensiva usando alguns acessórios.
No fundo o reforço bélico é essencial para que os quatro possam superar os diferentes desafios. Ratchet & Clank: All 4 One sendo majoritariamente um “shooter” de plataformas em terceira pessoa proporciona diferentes fases de ação. Para lá dos combates através das armas de fogo, haverá seções compostas por veículos e movimentação sobre carros, sendo adições que geram diversidade e uma alternativa à progressão mais rotineira dentro dos níveis.
Contudo, o combate sofreu também alguns ajustes neste jogo focado no multiplayer. Por um lado a seleção das armas passou a ser feita através do “stick direito”, enquanto que os alvos são definidos de uma forma automática. O “upgrade” não se opera de acordo com a utilização das armas, mas de acordo com as aquisições no “shop”. Em termos de utilização também se registram alterações. Disparar constantemente para o mesmo alvo, juntamente com um colega vai permitir um aumento de danos no adversário e aniquilar-lhe a vida mais depressa. Os novos equipamentos garantem algumas soluções inéditas como a projeção corporal dos personagens na direção de certos alvos e até será útil para ultrapassar plataformas mais distantes.

Cenas Frenéticas

Explorar o planeta não é tão recompensador como acontece nos jogos da série principal. Não só pela formação mais linear e sequencial das áreas de jogo, mas também pela ausência de colecionáveis. Continuam os blocos de vida e os parafusos, emparelhados em caixas que podem ser facilmente arrebentados e as munições abundam nos locais assinalados para o efeito. Isto pode ser algo desconsolado para os fãs, mas o que se perde em termos individuais é recuperado em alguns momentos mais intensos, onde facilmente converge a ação, como aquele em que os quatro personagens se apoderam de 4 pesados postos de artilharia e atacam em simultâneo as investidas do adversário. É um festim visual dentro de um ritmo frenético de pontaria.
Depois há também um conjunto de desafios que testam a ajuda dos participantes, envolvendo-os em segmentos que exigem uma coordenação de movimentos realizados, como o transporte de criaturas ao longo de um percurso que deverão construir para que a mesma não caia num abismo.
Ratchet & Clank: All 4 One é um bom desafio do ponto de vista do multiplayer. Adiciona uma série de desafios originais ao espírito da série, mas também se afasta dos conteúdos primitivos. Esse afastamento redunda numa experiência mais linear e vocacionada para o permanente combate que tanto pode ser aproveitado na ligação on-line ou fora dela. Se permanecerem como indefectíveis fãs da série, não se importam de ter uma experiência mais leve e pretendem partilhar a aventura com mais colegas, então aceitem o desafio e não se esqueçam que é “um por todos e todos por um”.
Fonte: Eurogamer.pt

Via GamePower

Análise: Spider-Man: Edge of Time


No ano passado a Beenox conseguiu fazer algo que já não era feito há muito tempo, um bom jogo do Spider-Man. Não estava ao mesmo nível do que a Rocksteady alcançou com Batman: Arkham Asylum, mas finalmente soube explorar de forma correta o que o universo ao redor do aracnídeo tem para oferecer.
Spider-Man: Shattered Dimensions punha em destaque quatro universos distintos e deixava os jogadores entrarem na pele dos diferentes Spider-Man. Foi uma excelente maneira de atrair os fãs, pois nada semelhante tinha sido feito até ao momento, e de criar variedade na jogabilidade.
Em Spider-Man: Edge of Time a Beenox jogou mais uma vez a cartada dos diferentes universos do herói. Só que desta vez apenas foram incluídos dois, o “Amazing” e “2099″ (Spider-Man do futuro). Outra diferença em relação ao título do ano passado, é que não está dividido em capítulos em que escolhemos no menu. Ambos os universos estão ligados e há uma troca regular no Spider-Man que controlamos.
Esta ligação entre os universos tem origem no futuro com o cientista Walker Sloan da Alchemax planejando uma viagem ao passado para criar esta companhia anos antes de ter sido criada originalmente. O Spider-Man do futuro, Miguel OHara, não chega a tempo de impedir os planos deste cientista maléfico.
Com a criação prematura da Alchemax, o passado foi alterado. Peter Parker continua existindo e continua sendo secretamente um super-herói, mas em vez de trabalhar para o Daily Bugle, Parker acaba trabalhando na Alchemax e é morto pelo vilão Anti-Venom. Felizmente, OHara tem uma visão destes acontecimentos e entra em contato com Parker para o avisar e impedir que se tornem realidade.
A teoria da causalidade é muito usada. Tudo aquilo que é feito no passado, tem consequências no futuro (efeito borboleta). Juntos, Parker e OHara tentam lutar contra este efeito, ou por vezes, usam-no para seu benefício. Isto cria um maior dinamismo do que em Spider-Man: Shattered Dimensions, dando a sensação que os dois universos estão interligados.
No resto, não difere muito do jogo que já vimos no ano passado. A Beenox decidiu apostar na mesma fórmula, o que foi a decisão mais acertada, no entanto, parece ter esquecido de evoluir e melhorar o jogo.
O jogo acaba tornando-se repetitivo porque todo o pontencial de Spider-Man não foi usado. Demasiado tempo é gasto para combater inimigos e o desafio não é muito elevado, basta carregar aleatoriamente no quadrado e triângulo para conseguir combos com dezenas de hits. Quando não estiverem combatendo, vão estar abrindo portas para combater contra mais inimigos.
A única vez em que Spider-Man: Edge of Time se torna difícil, ou melhor, frustrante, é quando usa técnicas como obrigar-nos a combater três vezes seguidas contra o mesmo chefe. Se perderem, começam tudo de novo. Tudo isto é uma forma manhosa de prolongar a longevidade do jogo, mas que não melhora a experiência.
A sensação que Spider-Man: Edge of Time transmite, é que passou por um processo de produção apressada. Não houve tempo de refinar as ideias. O começo do jogo é bem emplogante com um aspeto cinemático. O enredo mantem-se interessante, mas o mesmo não pode ser dito do resto.
Mesmo em relação aos cenários, não houve o mesmo cuidado que em Spider-Man: Shattered Dimensions. A varidade também é pouca, todo o jogo tem lugar dentro do edifício Alchemax. Apesar dos cenários fechados, ainda podemos saltar de teia em teia, porém não é a mesma sensação de estar num espaço aberto e rodeado de arranha-céus.
Tal como em Spider-Man: Shattered Dimensions, podemos pausar o jogo e acessar ao menu de melhorias para fortalecer, aumentar a saúde e desbloquear novas habilidades. Para isto, é necessário recolher pontos, que conseguimos ao derrotar inimigos ou a apanhar umas esferas cintilantes que podem ser encontradas com frequência ao longo do jogo. Há muito para desbloquear, e para ter o Spider-Man de cada universo maximizado, passar apenas uma vez não basta.
Além disto, e de uma dificuldade mais elevada, não há qualquer incentivo para passar novamente Spider-Man: Edge of Time. O jogo dura em média seis horas, o que poderá parecer pouco para alguns. Os fãs do aranha ainda poderão ficar agradados com Edge of Time, mas não será a mesma coisa que Shattered Dimensions.
O som, mais particularmente as vozes, é uma das poucas coisas de que o jogo se pode gabar. Josh Keaton empresta a voz a Spider-Man e Daniel Barnes empresta a sua a Spider-Man 2099. Ambos já trabalharam antes com este super-herói da Marvel, e naturalmente o seu trabalho é impecável. Outra voz de referência é a de Val Kilmer, que pode ser ouvida no cientista Walker Sloan.
Com um grande poder, vem uma grande responsabilidade. A Beenox falhou em manter essa responsabilidade. Spider-Man: Edge of Time representa outro baixo na série Spider-Man (se bem que há bem piores). A jogabilidade é divertida no começo, mas acaba se tornando repetitiva e aborrecida. Era necessário uma maior variedade. Embora aproveite a fórmula de Spider-Man: Shattered Dimensions, Spider-Man: Edge of Time acaba se revelando um pouco atrás em relação ao seu antecessor.
Fonte: Eurogamer.pt
Via GemePower

Battlefield 3 já está disponível para download

Battlefield 3 já está disponível para download no Brasil aos que fizeram a pré-compra digital. Todos os que compraram receberão um email confirmando a disponibilidade do download. 

Muitos usuários estavam ficando preocupados pois, conforme informado pela DICE, estaria disponível para download a partir do dia 21, mas não deixando claro qual horário em cada região do mundo. 

O download contém 11.4 GB de dados e estará disponível no software Origin assim que o usuário receber o email da liberação. Para quem ainda não recebeu o email, deverá aguardar, pois a EA está liberando aos poucos o download. Para compras efetuadas no site Amazon, o mesmo possui um aplicativo próprio de download. 

Caso não consiga fazer o download até o final do dia, é aconselhável entrar em contato com o suporte para verificar algum problema que pode ter ocorrido. 

Lembrando que ainda não será possível executar o jogo, que estará disponível para jogar apenas no seu lançamento, dia 25 de outubro. 

*Download no cliente Origin 



Via GameVicio

Ezio Auditore de Assassin's Creed agora no Soul Calibur V

Personagens de outras séries em outros jogos não são novidade, mas dessa vez poderá até ser grande. Ezio Auditore de Firenze será uma adição a série. A foto abaixo mostra ele como personagem selecionável em uma torneio de jogos de luta. Como ele é rápido para se mover, atacar e defender, ele provavelmente será mais um personagem "quick striker"(batida rápida) em Soul Calibur V.
A Namco, produtora do game, ainda não revelou nada, mas depois dessa foto não deve se demorar a pronunciar algo. Soul Calibur V chegara no inicio de 2012 e logo a lista completa de personagens será divulgada. Se for verdade, então os fãs de Ezio provavelmente irão descobrir algo a mais da série Assassin's Creed em SC V e ver como isso fica em relação a sua busca pela Soul Edge.

Via The Game Effect.