terça-feira, 6 de setembro de 2011

Análise de Dead Island PC, Xbox 360 e PS3

O motivo de eu ter posto esse post é porque achei que o anterior estava sem algumas informções , então eu peguei esse


REVIEW SCORE:
Dead Island é um Fallout 3 com zumbis. Muitas pessoas estão comparando esse jogo com Dead Rising (onde você pode criar armas) e Left 4 Dead (jogo de ação em primeira pessoa e para quatro jogadores online), mas quando eu finalmente passei a abertura do jogo, eu encontrei um mundo repleto de ambientes interessantes, e um sistema de progressão de personagem que tinha me chamado a atenção. Em suma é um jogo com elementos de RPG que eu resolvi encarar.
Quando você sentar para jogar, você vai escolher um dos quatro personagens e para as próximas 20 a 30 horas vai andar por mapas enormes, assumir lados interessantes, e cortar as cabeças de centenas de ghouls. Mas o sucesso não é por causa de seu sangue (embora eu gostei do desmembramento) e sim no mundo que ele cria. Eu fui para dentro da ilha e através de cada ambiente eu visitei desde praias até esgotos de prisão. Escutei gritos dos infectados e rugidos assustadores.
A partir dessa perspectiva, eu estava na ilha, não meu personagem. No começo, eu abatia cada zumbi que aparecia na frente, mas quando cheguei à cidade e encontrei becos apertados invadidos por monstros, eu comecei simplesmente a executar meus objetivos. Eu não estava mais jogando um jogo – eu estava focado na sobrevivência como se eu fosse correr a partir do ponto A ao ponto B.
Objetivamente falando Dead Island realmente não vai querer simplesmente te matar, vai te apavorar. Quando eu corri longe de um zumbi e ouvi seus rosnados diretamente atrás de mim, meu coração bateu no meu peito. Eu não pensei “Oh, eu vou deixá-lo me pegar e reiniciar lá atrás.” Você raramente se sente seguro na Ilha Dead, e é assim que um jogo de zumbi deve ser. Você tem uma barra de stamina limitada, então você não pode correr ou disparar a sua arma para sempre. Por isso o uso de bebidas energéticas e frutas – que tem que ser usado naquele momento e não pode ser armazenada – tornou-se parte da experiência.
Clique na imagem para ampliar
Encontrar armas é emocionante, mas não tão emocionante como encontrar um ambiente de trabalho para manter as armas em ordem. Dead Island refez meu caráter. Eu escolhi as armas, os inimigos para atacar, e as decisões que tomar. Quando eu subi de nível, eu escolhi em que habilidade investir o meu novo ponto – por isso mesmo que você se junta com um perito em facas, por exemplo. Nós não temos necessariamente as mesmas habilidades que os demais jogadores.
Felizmente, juntando tudo isso é fácil. Quando você está jogando, uma mensagem pop-up irá notificá-lo se um jogador está perto de você. Se eu achar você, posso convidá-lo. É claro, se os níveis de experiência forem compatíveis. Os jogadores só podem se unir se os níveis forem iguais ou menores. Eu não posso ser nível 31 e prestes a terminar o jogo e ter um nível 1 se juntando a mim. Pode parecer deprimente, mas há toneladas de slots de personagem, assim que ter um personagem para sessões diferentes não deve ser muito difícil. Além disso, você sempre pode mudar seu jogo para single-player, se você quiser jogar sozinho.
Infelizmente, não há locais co-op. Isso seria perfeito? Não. Longe disso. Tanto quanto eu que elogiei, Dead Island como um ótimo jogo para transformar um monte de pessoas. Graficamente falando as vezes, as texturas tomam muito tempo de carregamento, eu poderia descrever cada cena como “dura”, e as falhas visuais, como as mãos passando por portas e um estranho mini-jogo de metros me fez rir.
Dead Island provavelmente não vai ganhar nenhum prêmio este ano. Tem erros visuais, os controles demoram um pouco para se sentir normal, e a apresentação, em geral, não é lá essas coisas. Mas o jogo não é tão ruim. Há um mundo enorme para explorar, milhares de zumbis para matar, e toneladas de side quests para recolher. Após 25 horas – em que eu pulei um monte de missões secundárias – Estou ansioso para voltar para Dead Island, mesmo apesar das falhas do jogo.
Fonte: IGN
Via GamePower

Análise: El Shaddai: Ascension of the Metatron


Em El Shaddai: Ascension of the Metatron, o jogador assume o papel de Enoch (ou algum dos outros 71 nomes diferentes pelo qual ele é chamado), um homem escolhido pelos céus para reaver sete anjos decaídos que vêm corrompendo a humanidade. Para isso, contará com a ajuda de seu guardião Lucifell (ele mesmo, antes de mudar de lado) e mais quatro arcanjos.
Logo no início do game já se pode ver que a história é uma releitura de uma passagem bíblica, com o nome bem parecido. Ora Sidescroller, ora plataforma e às vezes um Hack´n´Slash, Enoch vai visitar sete andares da torre que desafia o poder divino.
O título da Ignition Entertainment tem uma campanha para um único jogador de mais ou menos 12 horas. Depois que os gamers finalizarem o jogo pela primeira vez, opções de novas roupagens, vídeos e novos itens são desbloqueados.

Aprovado

Regozijo visual


O primeiro grande ponto a se notar em El Shaddai: Ascension of the Metatron é o visual. Os gráficos? Não exatamente. Tecnicamente, o estilo cell shade não impressiona tanto assim. O vislumbre fica por conta da direção de arte muito bem trabalhada.
O game apresenta cenários com profundidade enorme, contornados por uma infinidade de cores. E tem muito mais. As texturas variam dependendo da fase em que se está. No submundo, a paisagem é construída por ume espécie de fumaça densa, formada por rabiscos.
Artisticamente é um dos games mais impressionantes dos últimos tempos. A profundidade dos cenários nas três dimensões é fabulosa. Enoch geralmente anda sobre plataformas ou caminhos estreitos, enquanto ao seu redor imensidões são projetadas, surgindo adereços conforme o percurso evolui.
Destaque especial para as animações. Elas geralmente ocorrem no fundo, em forma de sombras ou pinturas ou alguma outra forma de surpreender o jogador, enquanto um “loading” aparece no canto direito da tela. Nesses momentos o jogador deve avançar no caminho, por vezes tendo que combater inimigos. Esse quesito é realmente inovador no mundo dos games.
Mudanças de estilo
El Shaddai é um jogo de ação propriamente dito. Por inúmeras (e trabalhosas) vezes, Enoch precisa subir em pontes móveis, pular em pêndulos gigantes para conseguir alcançar superfícies mais altas.
Não raramente, superfícies planas arredondadas se tornam campo de batalhas. É exatamente nesse momento que o game se transforma em um Hack´n Slash, sendo que Enoch vai usar cada uma das três armas existentes para obliterar os adversários.
Não só estilos de gênero são variáveis. Os cenários oscilam em cores berrantes e exageradas, como os animes japoneses, outras vezes fazendo referências aos grandes ambientes com estátuas enormes de God of War. Sem esquecer as passagens pelos coloridos e doces mundos que remetem muito aos percursos de Super Mario World.
Trilha complementar
A trilha sonora não é um espetáculo a parte, como o visual do game, mas com certeza ela contribui de maneira impecável para a construção da jogabilidade. Como característica de filmes sérios e austeros, as músicas do game são complementares ao caráter religioso da obra, empenhando um “que” cinematográfico. Em outras palavras, caso a TV esteja sem som, o game fica grandemente incompleto.
Entre razões e emoções
Cada passo no ambiente de El Shaddai: Ascension of the Metatron é guiado pela sensação de estar participando de uma trama real. Talvez pelo caráter religioso do game, talvez pela profundidade dos eventos envolvidos.

Reprovado

“Itens para que vos quero”?
Um dos notáveis problemas do game é a falta de objetividade e resultados notáveis com a coleta de itens. Os objetos brilhantes estão lá, por todo o cenário, mas para que pegá-los? O jogo promete uma evolução automática, personalizando as habilidades de Enoch baseado na forma com que cada um joga.
Porém essas mudanças não são facilmente notáveis. Por exemplo, existem apenas três armas no game: um arco (similar a um sabre de luz), um escudo (que se divide em dois e serve como grandes punhos) e uma circunferência que permite atirar projéteis. Em nenhum momento você pode aumentar o alcance dos tiros ou a força da porrada.
Ou mesmo a vida do personagem. Mesmo ficando claro que a proposta do game é tornar “tudo simples”, inclusive sem a presença de interface com o jogador (barras de vida, especial ou quaisquer outras simplesmente não existem), falta retorno mais visível.
Vários inimigos diferentes = 4
Mesmo com toda variação de jogabilidade e cenários, o game peca feio na variação. As sete missões pelos 11 capítulos do game se resumem em seguir pela fase pulando de plataforma em plataforma, até atingir uma superfície plana de formato redondo.
Esse local será palco para uma luta contra alguns inimigos, que aparecem em duplas, até que a morte dos algozes permita continuar avançando. Algum tempo depois, Enoch vai se defrontar com um subchefe e posteriormente com o demônio a ser capturado. Este, em geral, possui duas formas.
Com exceção do capítulo sete, no qual o jogador pilota uma super moto, pode-se repetir a fórmula em cada um dos 11 capítulos. Também falta balanceamento na dificuldade das batalhas. Muitas vezes vencer simples inimigos é mais trabalhoso e difícil do que os grandes chefes.

Vale a pena?

El Shaddai: Ascension of the Metatron é um jogo para receber dois títulos: belo e inovador. Com uma proposta para lá de estranha e mote perigoso (religioso), não resta dúvidas de que é uma experiência que tanto jogadores de PlayStation 3 quanto de Xbox 360 precisam ter. O título merece sim uma boa chance.

Visual: 4,5/5
Jogabilidade: 4/5
Aúdio: 4,2/5
Diversão: 3,5/5
Total: 80
Via Baixaki Jogos

Cavaleiros do Zodíaco: combos dos cavaleiros de ouro


Você já conhece o novo game dos Cavaleiros do Zodíaco que está sendo desenvolvido pela Dimps em parceria com a Namco/Bandai Games, certo? O que talvez você não saiba, é que será possível jogar não apenas com os tradicionais cavaleiros de bronze, mas também com alguns dos poderosos cavaleiros de ouro! O novo trailer do game – em inglês – apresenta o gameplay de alguns deles!
Confira abaixo: depois de vermos golpes dos já conhecidos Seiya, Shyriu, Fênix eAndrômeda, vemos também o gameplay de Mu, de ÁriesSaga, de GêmeosAioria de Leão e outros! Confira abaixo:
Novamente, o que faz falta são vozes gritando os bordões clássicos dos golpes, mas isso deve ser corrigido até o lançamento.
No japão, o game deve ser lançado no dia 23 de novembro. A Europa deve receber sua versão do game em 2012. Para a América do Norte, nada foi confirmado, mas como oPlaystation 3 não possui bloqueio regional, isto não é necessariamente um problema.
Para conferir nosso overview do game, clique aqui.
(Via: Gamekyo)

Via Arkade

Prévia: Assassin's Creed: Revelations


Com Assassin’s Creed: Revelations, a Ubisoft promete fechar as pontas soltas das sagas dos protagonistas Ezio e Altaïr. O novo game da série, porém, não é totalmente voltado para a história. A desenvolvedora também quer divertir os jogadores com muita matança online e, para provar essa disposição, liberou no último final de semana uma versão Beta do modo multiplayer do título.
Logo de início, já é possível perceber uma grande melhoria gráfica. Na comparação com seus antecessores, Assassin’s Creed: Revelations traz cenários bem mais detalhados e com muito mais objetos. Assim, o jogador possui mais opções para elaborar suas estratégias de ataque e defesa, de forma a maximizar o número de pontos obtidos a cada partida.


O campo de visão dos jogadores também foi ampliado, mas, na mesma proporção, as arenas também apresentam um maior número de transeuntes. Assim, o jogo de gato e rato de Assassin’s Creed se tornou ainda mais intrincado. Encontrar seus alvos não será fácil, mesmo com a ajuda do mapa, e as opções de furtividade aumentaram consideravelmente. Em Revelations, a opção de correr deve ser usada apenas quando necessário pois, em vez de significar uma fuga rápida, pode acabar causando justamente sua detecção em meio à multidão.
Combate que une clássicos e novidades



Oito personagens estão disponíveis para seleção, além de quatro kits diferentes de habilidades. Os “perks”, como são conhecidos entre os amantes da jogatina online, também são de grande ajuda durante a caçada humana de Assassin’s Creed: Revelations. Um deles, que também é um dos mais úteis, permite que o jogador modifique sua aparência física. Assim, fica mais difícil para que outros assassinos o localizem em meio à multidão.

Os explosivos também estreiam em Assassin’s Creed: Revelations, e uma amostra disso já pode ser vista no Beta multiplayer. Nos níveis mais avançados, o jogador habilita uma pequena bomba que, quando atinge o inimigo, deixa-o ferido por alguns momentos. Tempo suficiente para que um assassino se aproxime e finalize o trabalho.
Outra novidade é, literalmente, a possibilidade de “chutar cachorro morto”. Para acumular ainda mais pontos, membros de um mesmo time podem atacar um adversário recém-assassinado. Estes movimentos garantem um combo e valorizam a morte do inimigo ainda mais. No final das contas, essa novidade pode significar a diferença entre vitória e derrota nos duelos em grupos.
Modos já presentes em Assassin's Creed: Brotherhood também retornam em Revelations. No Beta multiplayer é possível experimentar diversos deles, que são selecionados de forma aleatória. Isso, porém, representa um problema, pois o tipo de partida não é informado ao usuário com antecedência. Sem saber o que fazer, os novatos, com certeza, vão ficar bem perdidos até entenderem o que está acontecendo e o que devem fazer.
Nem tudo é perfeito
O Beta multiplayer de Assassins’s Creed: Revelations mostra que a Ubisoft conseguiu, com sucesso, recuperar e melhorar tudo aquilo que havia de bom no modo online do game anterior. Um fator, porém, continua constante e tão irritante quanto antes: os problemas de conexão.
Os longos períodos de espera antes do início da partida — já que o sistema, aparentemente, tem dificuldade em encontrar jogadores disponíveis — e os tempos de carregamento extremamente demorados ainda estão lá. Quando somados, exigem bastante paciência por parte do jogador, já que não é nada legal ser desconectado após aguardar mais de cinco minutos pelo começo da rodada. Fica a expectativa de que a Ubisoft corrija o problema a tempo.
Assassin’s Creed: Revelations chega ao mercado em 15 de novembro de 2011, em versões PlayStation 3, Xbox 360 e PC.
Via Baixaki Jogos

Dead Island

Um Resort de luxo repleto de zumbis, com certeza não é a melhor opção para tirar suas férias, a menos que você seja do tipo "Quero ver sangue!".
Vamos ver se esses zumbis de férias são tão perigosos quanto qualquer outro, então cuidado com o cérebro.
Imagine um Left 4 Dead edição férias misturado com Borderlands e Dead Rising, é basicamente como podemos definir Dead Island usando outros games, porém esse survivor está prometendo ser o melhor do gênero e vai deixar muita gente de queixo caído.
Zumbis caindo aos pedaços não muda muito de um jogo para o outro, portanto o que estamos esperando desse game é a história que pelo trailer promete ser de ótima qualidade.
O game vai ter foco em combate corpo a corpo (Calma, isso não significa que você não vai dar uns tiros), e sua melhor arma provavelmente vai ser um facão, pois ele não trava, não precisa de munição, é mais silencioso e mata do mesmo jeito. Você pode fazer upgrades na suas armas também, e até contruir algumas como por exemplo uma faca eletrificada juntando com uma bateria de carro, o que torna o sistema de armamento até que parecido com o de Dead Rising, mas sem aquelas viagens de canhão de pregos, afinal, no jogo você é um turista que tem como objetivo se virar para sobreviver.
Apesar de o foco ser no combate corpo a corpo, existe uma barra de estamina, e se ela acabar, você morre, então não vai se achando o Highlander e sair fatiando tudo que morto pela frente ou você vai perder seu cérebro rapidinho.
As armas de fogo nunca vão ter o tanto de munição que você gostaria que elas tivessem, e não vai ser nada fácil de encontrá-las, portanto você vai ser obrigado a sossegar os dedinhos no gatilho e usar bastante facas, bastões, barras de ferro e etc.
O game será open world, então já sabe né. Vai poder ir aonde quiser, fazer o que quiser e explorar o quanto quiser, além do mais, essa história de open world vai te deixar com mais pulgas atrás da orelha, já que o jogo vai ser lotado de Easter Eggs e muitas missões secundárias.
Serão 4 personagens para você escolher, que são Logan, Xian Mei, Sam B e Purna e no modo online não tem problema se você escolher o mesmo avatar que outra pessoa.
Logan é um antigo astro do futebol americano, e por ser ex atleta é capaz de arremessar qualquer coisa muito mais longe do que os outros.
Sam B é um raper que emplacou uma música só, mas não o subestime por isso, dentre todos os personagens, ele é o que aguenta mais porrada.
Xian Mei trabalhava no hotel, ela é a que tem menos HP mas é a que melhor sabe lutar com facas e afins.
Purna é uma ex policial, que perdeu seu emprego após matar um pedófilo. Ela tem maestria com armas de fogo.
Os gráficos não são perfeitos, mas essa foi uma opção da produtora, pois assim você vai poder desfrutar de uma maior comodidade de distância de visão, ou seja, você poderá ver hordas de zumbis mesmo que elas estejam a uns kilometros de distância e você no alto de um morro, o que te possibilita evitar passar por dificuldades desnecessárias.
(Gameplay de Dead Island - Gun Fight)
Via GameLib