sábado, 15 de outubro de 2011

Análise: Rise of Nightmares


O Kinect é o sensor de movimentos do Xbox 360 que apesar de ter tido uma recepção positiva, também teve um número de vendas muito positivo. Usando apenas os movimentos do nosso corpo, ou mais precisamente, dos nossos braços, vamos interagir com o jogo em questão, oferecendo uma experiência diferente, e fisicamente mais desgastante. Até agora, não existiam jogos que oferecessem uma experiência mais adulta ou séria para o Kinect, mas com o lançamento de Rise of Nightmares da SEGA, tudo muda.
Com certa inspiração em filmes como Saw, Rise of Nightmares é um survival-horror que tira partido de maior parte das funcionalidades do periférico da Microsoft, mas que também oferece novas ideias interessantes que possam ser utilizadas em novos jogos que requeiram o Kinect.
Em Rise of Nightmares, vamos seguir a história de Josh, um jovem que se encontra em recuperação de um problema grave com o álcool, e que vai passar umas férias com a sua mulher Kate na Romênia. Tudo parece estar indo bem até certa altura em que fazem uma viagem de comboio no país. Josh parece estar sucumbindo novamente ao álcool, e a sua namorada descobre, mas os seus problemas pessoais deixam de ser importantes após testemunharem um acontecimento atroz.
Uma figura estranha e enorme, ataca o comboio, raptando Kate e matando vários dos seus passageiros de uma maneira brutal, e causando um grave acidente posteriormente. Josh e alguns dos sobreviventes ao acidente, dirigem-se para uma mansão que encontram, na tentativa de procurar abrigo. Mal sabem que esta mansão encontra-se habitada pelo doutor Viktor, um psicopata que mistura seres humanos com máquinas, criando uma espécie de mortos-vivos biônicos. Josh acaba descobrindo que Kate está na mansão, e irá fazer de tudo para salvá-la.
Usando uma história remota, o jogo irá demonstrar-nos os controles, no qual o Kinect é o único usado durante o jogo todo. Ao girarmos o nosso corpo com a cintura para os lados, o nosso personagem irá fazer o mesmo, sendo desta maneira que iremos gira-lo. Para andarmos, vamos precisar colocar um pé à frente, e quanto maior for a distância que dermos, maior é a velocidade do personagem, algo que é bastante estranho, visto que mesmo na mais alta velocidade, este se move a uma velocidade lenta.
Para interagirmos com todo o tipo de objetos, alavancas ou portas, precisamos apontar com a nossa mão para o local pretendido, e após escolhermos, vamos fazer o movimento necessário para ativá-lo, como por exemplo, fazer o movimento de abertura de uma porta, para abrirmos uma porta, movimento de ativação de uma alavanca, para ativarmos uma alavanca, e afins. Para atacarmos, vamos ter várias armas espalhadas pelo chão, e devidamente assinaladas, e com uma simples pose de luta com os braços, o personagem prepara-se também para combater, no qual vamos ter que fazer os movimentos de ataque adequados à arma que possuímos.
Em outras ocasiões específicas, vamos ter que efetuar ações mais específicas, como correr, fazer silêncio total (visto que o Kinect possui um microfone interno), limpar os nossos braços rapidamente de sanguessugas e afins. Verdade seja dita que as técnicas inseridas são bastante frescas e abrem novas possibilidades para futuros jogos que necessitem do Kinect, mas em Rise of Nightmares, parece que estamos controlando um enorme tanque com um volante super sensível.
A tarefa de conseguirmos movimentar o nosso personagem pelo cenário, bem como evitar algumas armadilhas, é bastante desgastante, e torna a experiência enfadonha a longo prazo. Felizmente, a SEGA colocou uma opção que faz com que o console controle sozinho o nosso personagem, evitando que estejamos sempre com um pé à frente do outro. Com o simples levantar do braço direito, ao estilo polícia de transito, o console controla o nosso personagem para o nosso objetivo, bem ao estilo on-rails. Em zonas com inimigos, a opção estará desligada para que consigamos derrotá-los primeiro.
O combate também foi de uma certa facilitado, no qual o jogo irá focar-se automaticamente num inimigo para que consigamos atacar sem problemas de apontar. Apesar de acessível, isto poderá causar algum transtorno, visto que ao focarmo-nos num inimigo, ficamos susceptíveis a ataques laterais de outra. Isto fica ainda mais agravado, visto que não existe maneira de alterarmos a mira automática, no qual esta só focará noutro inimigo, quando conseguirmos matar o que foi marcado. Uma das poucas maneiras de corrigir isto baseia-se em fazer grandes movimentos de ataque, que consigam abranger maior parte do nosso campo de visão, podendo acertar em inimigos que tentem atacar de lado. Se mesmo assim, acham que estão ficando sufocados de inimigos na tela, podem sempre fazer um movimento de pé ao estilo Rei Leônidas do filme 300, para atordoarmos o inimigo que estiver à nossa frente.
Graficamente, podemos dizer que a SEGA não se esforçou minimamente para tentar fazer um jogo exuberante, mas encontra-se num patamar aceitável de qualidade gráfica. Os inimigos e personagens encontram-se simplesmente credíveis, com efeitos de água e sangue. Certas situações no enredo são pura e simplesmente caricatas, pela negativa, como um inimigo escondido atrás de uma caixa berra como se tentasse assustar uma criança, e isto não é ajudado pela atuação de voz fraca. Algumas linhas de texto não são efetuadas com ênfase, como os gritos de uma vítima do doutor Viktor ficando sem mão, e não ajudam à apresentação do jogo. Além das atuações de voz, a música está básica, onde as alturas de maior pressão, baseiam-se em versões eletrônicas da famosa cena do chuveiro de “Psycho”, o filme de Alfred Hitchcock.
No cômputo geral, Rise of Nightmares podia ser quase considerado como um teste para novas maneiras de interagir com o Kinect, mas como o jogo até é algo favorável, consegue oferecer em curto prazo uma experiência simples e até aterradora, visto que apesar da SEGA não apostar muito no departamento gráfico, não poupou na violência.
Fonte: Mygames

Bem, se vocês estavam esperando pela próxima parte do melhor da Gamescon, então a espera acabou! Desta vez o alvo principal é o jogo que muitos estão doidos para ver: Call of Duty: Modern Warfare 3.



Foi permitido ao público testar o novo modo multiplayer do MW 3: SpecOps. Um modulo multi de jogo bastante parecido com o seu antecessor, o Black Ops, pois esse também requer muita cabeça para conseguir derrotar os inimigos. Veja o trailer:


O SpecOps é basicamente o mesmo: você começa com uma handgun(pistola) assim como seu parceiro e seu s inimigos tem shotguns.(WTF!?!?) Dois(sim, só dois, já que tentar controlar 16 seria puro suicídio aqui) jogadores tentam derrotar todos os inimigos para concluir um objetivo em comum, mas dessa vez esta muito mais difícil de vencer, pois os inimigos comuns são muito inteligentes e tem armamento igual ou até melhor que o seu ou do seu companheiro(e virão em conjutos, então prepare-se), mas os chefões são os de destaque, pois além de possuírem um HP superior, tem defesa e armamento melhores também(sem contar que sua inteligencia artificial será uma das melhores). Mas a medida que você joga e avança arsenais melhores são desbloqueados que repõem munições e dão armas melhores ou chamam suporte.
Como tudo que é bom é pouco, você começa enfrentando soldados fracos e até mesmo muito burros, e com isso ganha pontos de arsenal e dinheiro mais facilmente, mas só por enquanto... pois depois de 5 conjuntos deles(deixando claro que depois de cada conjunto é dado uma pausa para reagrupar e se recuperar) a coisa fica complicada, pois é agora que a coisa fica apimentada. Os cães (NNÃÃÃÃÃOOOOOOO) aparecem e querem você morto, e os soldados vem melhores equipados e mais agressivos(mas não que você também tenha que ser), mas para ajudar existi o mercado.


Mas para não ter que sofrer isso tudo no maior aperto, a cada inimigo você ganha uma certa quantidade de dinheiro, que serve para comprar armamento e outras coisas, mas isso só será possível em cetos lugares, já que seria muito fácil abir a loja em qualquer canto, e caso seu companheiro esteja sem grana e você queira ajuda-lo é possível enviar alguns trocados para ele. Com a loja é possível comprar automáticos turrets e explosivos, podendo pagar mais só para ter a ajuda de um helicóptero no seu lado, mas ele não é indestrutível.

Se você acha que tudo isso é difícil, ou acha que vai ganhar fácil, pense duas vezes pois ainda tem helicópteros para infernizar você de todos os jeitos. Mas claro, mesmo se seu armamento for uma pistola, metralhadora ou shotgun, qualquer arma pode afetar os helicópteros lógico, pois se não, não teria graça.

Agora, imagine a cena: você está lá no meio do campo de batalha com apenas uma arma com munição quase acabando, não possui dinheiro, não possui outra arma, não possui ajuda e seu companheiro está deitado no chão morto e há um exército de de inimigos muito bem equipados e com cães e até helicópteros vindo para cima de você e se sente desesperado, com a sensação de que não vai ver que atirou... e então você morre...
não tinha outra foto
É... nesse modo SpecOps você vai sentir tudo isso na veia, e muitas vezes essa situação mostrada acima vai ser verdade, pois a dificuldade vai ser enorme, pode apostar. Bem, e por fim a Gamescon mostrou tudo isso, se você perdeu alguma coisa volta nos posts e dá uma olhada ou espera o resumo que vai sair logo. Até outra!

Via: Eu que fiz XD!