terça-feira, 29 de novembro de 2011

Possível multiplayer em God of War IV?


noticias God of War IV (provavelmente) terá modo multiplayer
Depois de alguns meses sem novidades sobre God of War IV, eis que uma nova especulação apareceu na internet. O Sony Santa Monica Studios – responsável por todos os games da trilogia principal de God of War – está recrutando um Programador Online Senior com experiência em desenvolvimento e implementação de sistemas online, tais como comunicação dentro de um game, ajuste de partidas online e leaderboards! Seria isto um indício de que God of War IV terá um modo multiplayer?
A oferta de emprego foi anunciada no site Gamasutra, um conhecido portal de busca e oferta de empregos no setor dos jogos eletrônicos. É claro que o Sony Santa Monica Studios pode muito bem estar desenvolvendo um outro game qualquer. Para ver a oferta (em inglês), clique aqui.
Uma outra oferta de emprego da empresa busca Designers de Combate Senior para trabalhar em um projeto totalmente novo, que pode ser um shooter em primeira ou em terceira pesssoa, com combates em veículos e outros recursos.
Ainda assim, o primeiro anúncio dá as boas vindas aos candidatos com a seguinte frase: “Join the God of War team!” (entre para o time God of War!) e o segundo não, ou seja, o estúdio pode estar trabalhando tanto em um novo God of War quanto em um novo shooter.
Por hora, nada foi oficializado pela Sony, nem mesmo a produção de um God of War IV. Mesmo assim, games como Assassin’s Creed e Uncharted já provaram que um jogo com boa campanha solo pode sim, oferecer uma boa experiência multiplayer sem comprometer a história.
Será que God of War vai ser a nova franquia a entrar nesta onda?
(Via: Now GamerGamasutra)
Via Arkade.

Prévia: Rainbow 6: Patriots


"Rainbow Six", a popular série de combate tático da Ubisoft, retorna ao PC, PlayStation 3 e Xbox 360 em 2013, lutando não contra terroristas radicais do Oriente Médio ou os tradicionais inimigos comunistas da América do Norte. Em um futuro não muito distante, o Team Rainbow enfrenta uma nova ameaça, chamada "True Patriots", uma milícia altamente treinada e bem organizada que pretende derrubar o governo dos Estados Unidos.

Os True Patriots são uma organização paramilitar norte-americana, que se aproveita da frustração dos americanos contra seu próprio governo, considerado pelo grupo como um bando de políticos e empresários corruptos e gananciosos. Liderados pelo calculista Tredway, os terroristas farão de tudo para derrubar as instituições financeiras e governamentais e assim "conquistar" os Estados Unidos, custe o que custar.

UBISOFT APRESENTA "RAINBOW 6 PATRIOTS"; ASSISTA

Tiroteio tático em evolução

Com inimigos fanáticos e bem preparados, "Rainbow 6 Patriots" captura a realidade do terrorismo contemporâneo e coloca você no contole de um novo Team Rainbow, um esquadrão de elite, pronto para resolver situações críticas.

Em "Patriots", os mesmos eventos são mostrados sob diferentes pontos de vista, o que acrescenta um novo nível de imersão do jogador na história, que vai exigir decisões éticas difíceis, ao lidar com inimigos surgidos dentro de casa ao invés de ameaças externas.

O sistema de combate de "Patriots" inclui o uso de cobertura e uma maior variedade de armamentos do que nos "Rainbow Six" anteriores. Mecânicas de rapel e invasão foram aprimoradas e incuem manobras como derrubar paredes e um estiloso rapel"invertido".
  • Divulgação
    Decisões difíceis e combate tático aguardam o jogador em "Rainbow 6 Patriots"
Trabalho em equipe

As partidas multiplayer de "Rainbow 6 PAtriots" encorajam o trabalho em equipe, com novas ferramentas de comunicação e execuções táticas realizadas por companheiros de esquadrão.

Antes de entrar nas partidas online, o grupo pode conferir a Sandtable, uma exibição holográfica do mapa da fase. Com isso, os jogadores podem organizar melhores estratégias para a ação. Nem todo plano é perfeito e essas táticas podem mudar no calor da batalha. Por isso, a Ubisoft Montreal incluiu no game o modo Scan, que oferece uma leitura térmica da área. Com essas informações, o esquadrão pode escolher caminhos para se infiltrar e derrotar os inimigos.
Via Uol Jogos.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Evoluçaõ gráfica do GTA IV pro GTA V


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qualidade do primeiro trailer de GTA V impressionou muita gente, e isto é fato. Agora que a poeira baixou, muita gente já está se perguntando quão melhores serão os gráficos de GTA V, se comparados ao do último game da série. Se esta dúvida estava tirando o seu sono, relaxe, pois alguém já produziu um vídeo especialmente para comparar os dois games! 

Como os jogos não se passam na mesma cidade, algumas adaptações tiveram que ser feitas, mas na maior parte do tempo, a edição conseguiu encontrar momentos bem parecidos entre os games para comparar. 

Confira o resultado abaixo: 

 

É, definitivamente a engine da Rockstar melhorou e muito de 2008 para cá! 

Aliás, se você acha que é preciso muito tempo livre para fazer um vídeo desses, você ainda não viu nada. O emblemático trailer de GTA V já ganhou até um remake no universo de Minecraft, olha só: 

 

Vale lembrar que GTA V segue em produção, mas ainda não recebeu nenhuma pista sobre uma possível data de lançamento.



Via Arkade.

Kinect 2


A Microsoft parece estar planejando um Kinect de próxima geração, e pelo jeito ele vai ser bem melhor.
Pelo que está rodando pela internet, a precisão do Kinect 2 será capaz de ler até lábios, e estará incluso de série no próximo X-Box.
Está sendo comentado também que este novo Kinect será capaz de avaliar o estado emocional de acordo com a expressão facial e o tom da voz.
Se tudo isso se confirmar, este novo aparelho poderá mudar a forma de como vemos e interagimos com os videogames.
Via Gamelib.

Mario responde aos protestos da PETA


noticias Mario responde ao PETA em mais um vídeo irônico do Dorkly
O leitor bem informado está sabendo que a Nintendo se envolveu em uma polêmica com o PETA por conta da fantasia de guaxinim (tanooki) que o Mario usa há mais de 20 anos emSuper Mario 3D Land. Como nem a Nintendo nem o Mario deram muita atenção ao fato, o sempre sagaz pessoal do Dorkly resolveu dar voz ao encanador para responder às acusações!
Embora possua um inegável fundo de verdade – afinal, Mario esmaga tartarugas e outros bichos há mais de 20 anos – o vídeo carrega todo o humor ácido e irreverente típico doDorkly, olha só:
Será mesmo que ninguém do PETA nunca havia reparado em toda a “matança” de animais que sempre rolou na série? Aliás, quem em sã consciência vai querer fazer o mesmo na vida real?
Com tanta gente fazendo crueldade de verdade com animais de verdadeMario e seustanookis deveriam ser a última das preocupações do PETA
(Via: Dorkly)
Via Arkade.

Destaques da semana


noticias Mario Kart 7 e coletânea Sly Cooper são os destaques da semana
Final de ano chegando, acompanhado de uma ressaca de bons lançamentos. Esta semana, o que se destaca é Mario Kart 7, exclusivo do Nintendo 3DS e o relançamento em HD da série Sly Cooper para o Playstation 3.

29/11

Sly Cooper Collection (PS3): Para aumentar a expectativa pelo quarto game da série dos guaxinins ladrões , a Sanzaru relança a trilogia original do Playstation 3, agora em alta definição e com suporte ao 3D estereoscópico. fazem parte do pacote Sly Cooper and the Thievius RaccoonusSly 2: Band of Thieves e Sly 3: Honor Among Thieves.
National Geographic Challenge (PS3X360Wii): misturando War com os tradicionais jogos de perguntas e respostas tipo trivia, em National Geographic Challenge  jogadores disputam o domínio dos continentes de maneira pacífica: respondendo perguntas sobre história e geografia.
Puddle (PSNXbox Live): Se você gosta de quebrar a cabeça resolvendo puzzles que envolvem muita lógica e física, Puddle é o game perfeito para você! Futuramente, o PS Vita receberá sua própria versão do game.
Rapala for Kinect (X360): existe a pesca ecológica e agora existe a pesca super-ecológica: com Rapala for Kinect, você pesca peixes virtuais do conforto da sua casa, sem machucar peixes, nem minhocas… e ainda fica livre dos mosquitos!
Fix It (WiiDS): resolva pequenos problemas e vire um grande “quebra galhos” neste game para Wii e DS.

30/11

Infinity Blade II (iPhone 4S): para acompanhar o lançamento de um smartphone poderoso, nada melhor que um game incrível. Esbanjando o bom visual característico da Epic Games, Infinity Blade entrega uma experiência portátil incrível aos felizes proprietários de um iPhone 4S.

04/12

Mario Kart 7 (foto - 3DS): O novo game da popular – e viciante – série de corridas de kart do encanador mais famoso do mundo dos games enfim chega ao Nintendo 3DS com exclusividade, prometendo manter o que já era bom e acrescentando diversas novidades ao gameplay.
(Via: Gamespy)


Via Arkade.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Do PES pro FIFA




O mundialmente conhecido Lionel Messi, atual estrela do Barcelona, será o novo garoto propaganda a representar a marca EA Sports. O anuncio foi feito hoje durante uma conferência com a imprensa realizada pela empresa, revelando que o argentino que já esteve na capa dos games da Konami por vários anos agora tem um contrato assinado com a Electronic Arts.
O jogador também estará na capa do no FIFA Street, título com previsão de lançamento para março do ano que vem. “Eu quero fazer parte do time por trás do melhor jogo de futebol no mundo e estar associado ao grande nome da EA Sports”, declarou o meia ofensiva para os jornalistas.
Na ocasião, a EA Sports também anunciou o trailer oficial de lançamento para o FIFA Street (vídeo no topo), que deve levar Messi, e muitas outras estrelas do esporte, para os jogos não-oficiais em campos de rua ao redor do mundo
Via Baixaki Jogos.

Darksider II


Enquanto Darksiders contou a história de como Guerra (ou War, em inglês), um dos quatro cavaleiros do Apocalipse, levou uma grande catástrofe à Terra, a sua sequência irá apresentar a história de seu irmão Morte (Death, no idioma original).
Desta vez, o novo personagem deverá partir em uma jornada pelos Nether Realms para exonerar o seu irmão e favorecer entidades superiores para que elas possam agir futuramente em seu favor. O jogador também irá notar que, em comparação com Guerra, Morte é mais forte, mais ágil e mais experiente.
Em declaração concedida ao site VG247, o diretor criativo do game, Daniel McGuffy, contou que o novo protagonista faz uma linha mais assassina que a de seu irmão, sendo capaz de brincar facilmente com suas vítimas. Para os jogadores, isso é uma boa notícia, pois significa que eles terão diversas opções para se divertir durante os combates.
O guerreiro também não estará sozinho. Enquanto Guerra valeu-se de Ruína no primeiro Darksiders, Morte terá a companhia de seu cavalo Desespero durante sua jornada pelos planos inferiores. E a montaria não servirá apenas de enfeite, mas deverá ter um papel muito mais importante desta vez.
Uma jornada por outros planos
Outra diferença notável de Darksiders II é o fato de que desta vez a aventura se passa em um mundo imaginário. De acordo com McGuffy, esse fato tem o seu lado positivo no sentido de oferecer uma maior liberdade de criação para os produtores.
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Para o jogador, isso resulta em universos totalmente novos, recheados de criaturas distintas produzidas com o intuito de enriquecer a trama. Assim, é bom preparar-se para conhecer todo o tipo de entidade durante a sua nada pequena jornada.
Entre os cenários apresentados pela equipe, uma enorme fortaleza guardada por duas serpentes gigantes se destacou em meio ao ambiente, que demoraria séculos para ser atravessado pelo chão (por isso a importância de seu cavalo espectral).
O McGyver do Apocalipse
Muitos daqueles que jogaram o primeiro game devem ter notado uma certa semelhança com o estilo da série The Legend of Zelda e os elementos que derivaram a comparação devem retornar. Para exemplificar, Morte terá acesso a diversos equipamentos que poderão ser utilizados como armas ou para atravessar ambientes inóspitos (tais como um gancho).
Outro recurso interessante é o da transformação de Morte em uma forma mais agressiva, a Reaper. Quando ativa esse estado, Morte revela todo o seu poder e se torna capaz de conceder grandes quantidades de dano aos seus inimigos.
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Contudo, mesmo apresentando possibilidades distintas ao jogador, o diretor criativo afirmou que o estúdio não deseja tornar o game inacessível a novatos. Assim, será possível terminar o jogo desdobrando todos os movimentos do personagem ou apenas com os movimentos mais básicos. Como desejar.
Você poderá fazer a sua escolha assim que Darksiders II for lançado pela Vigil Games em junho do ano que vem, com versões para PlayStation 3, Xbox 360 e PC.
Via Baixaki Jogos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Análise: Assassin's Creed Revelations

Assassin's Creed... somente o nome já chama a atenção. Um jogo histórico está para ser finalizado, e a Ubisoft, que nos presenteou com um game por ano desde de 2007, não falhou e nos trouxe um game de altíssima qualidade. Conhecido por nos mostrar uma Itália de ruas estreitas ondem passam curiosos, mercadores e soldados convivendo com templários e assassinos brigando um contra o outro, por nos dar a chance de esfaquear alguém da maneira mais fantástica possível, Assassin's Creed Revelations não fica atrás nem de Broterhood.


Mesmo mostrando um Ezio já longe de seu tempo de jovem, ainda em busca de respostas do lendário Altair, e Desmond sofrendo um colapso mental, o novo game do Ubisoft traz melhorias na jogabilidade, respostas aclamadas a muito tempo e um visual magnifico.


Distante, mas ao mesmo tempo perto
O personagem que manda e desmanda ainda é Ezio, que por sua vez ficou juntando uns trocados por três décadas e agora volta a Constantinopla em busca de respostas de Altair, mentor dos lendários Assassinos Masyaf. O enredo de Revelations é com certeza mais grosso que seus antecessores, e é focado em todos os personagens ao mesmo tempo. Os templários por sua vez não são mais grandes obstáculos na busca de Ezio pelas chaves da biblioteca particular de Altair, a qual só se abrirá ao encontrar as cinco chaves de Masyaf, e quando se acha uma ela mostra as memórias de Altair, mostrando assim também a história da Ordem dos Assassinos.


A história de Revelations é surpreendente e com certeza muitos jogaram os Assassin's Creed's anteriores só para não ficar por fora da história, e outros muito jogam Assassin's somente pela sua história, que nos mostra sucessivas revelações que fazem com que o jogador queira logo chegar na próxima parte para saber o resto. O mundo de Revelations gita em torno não só de Altair, no século XII, e de Ezio, no ano de 1511, mas também em torno de Desmond, que está tentando sair de um coma cerebral atraves do Animus, que também é aquilo que o está mantendo vivo. Com história que lhe surpreende a cada passo dado, esses jogo com certeza merece concorrer a melhor game do ano.


Um gameplay melhorado e um arsenal avançado
Ao chegar na capital que divide o Oriente e o Ocidente, é mais do que obvio que Ezio não poderia sair de lá sem dar uma passadinha em algumas lojas e comprar um arsenal muito, digamos, "exclusivo" para seu estilo. E esse novo baú conta conta com uma lâmina bico de águia, que dá mais versatilidade aos combates.


Com um arsenal novo em folha, os combates ficam mais diversificados e os mapas serão de transição mais fácil, podendo se fazer uma tirolesa de um prédio a outro, e podendo usar também o cenário inteiro na hora do aperto. As bombas também, tem seu papel importante, fazendo você pensar se vai jogar uma para acabar com os inimigos, o somente chamar a atenção deles para sair despercebido. Enfim, com um arsenal tão grande e variado, é obvio que se terá que pensar antes de agir.


Além de ajudar no combate, alguns equipamentos serviram para transitar pelos mapas fazendo com que não se perca tanto tempo andando por aí. Esse sistema foi muito elogiado, pois ajuda bastante também no gameplay, que não fica para trás.


O gameplay trás muito do mesmo, e por isso ele é muito bom, já que sofreu somente algumas alterações e adições, nada que atrapalhe, pelo contrário, somente ajuda. Os novatos vão ter que se acostumar com um estilo meio Prince of Persia, já que algumas partes serão de escalada e meio parecidas com Le Parkour, algo que dá mais dinâmica ao jogo, e outras serão mais terrestres, como no caso dos combates, que vão com certeza cativar o jogador. Já os veteranos não vão ter o minimo de dificuldade, pois já estão acostumados, somente terão que memorizar os novos comandos, mas tanto faz se você é novo no jogo ou não, ainda é um gameplay fácil e divertido(eu ri durante algumas partes do jogo).


Paisagem digna de cartão postal
O áudio e os gráficos de Revelations são exatamente como o esperado, ou seja, incríveis! Esses dois elementos é que fazem a interação com o cenário, sem eles Assassin's Creed não seria o mesmo. Contamos com cidades tão belas que é impossível reclamar, e o áudio retrata muito bem aquele tempo, com uma linguagem formal e com tudo a que tem direito.


Constantinopla não é a mesma. Ela foi modificada pelos Otomanos, e é claro que a cidade está linda, e ainda é possível explorar muito dela(eu me perdi muitas vezes). A dublagem também não é fraca, cada personagem é posto com uma voz perfeita para si, o que faz a a interação ser mais fácil.


A Ubisoft se preocupou mesmo em recriar todos os detalhes das cidades e pessoas daqueles tempo. E conseguiram. No meu caso, nunca vi cidade mais bem feita, cada detalhe é único e me familiarizei bem com os personagens, que também foram muito bem feitos. Não foi um salto muito grande, mas o jogo ainda é muito surpreendente.


Assassino online
O modo multiplayer também merece destaque, já que veio mais refinado e completo. Conta-se agora com novas modalidades de jogo e novos estilos, o que torna o multiplayer mais dinâmico e divertido. A liberdade de se customizar o personagem é bem interessante, mas só é possível se você for bem nas partidas e liberar Abstergs points, o dinheiro usado no multiplayer para liberar armas e outros itens.


Os novos módulos de jogo incluem o Artifact Assault, que é o Capture a Bandeira, mas em vez disso você vai ter que pegar o emblema inimigo e trazer a sua base, e o velho Deathmatch, onde os jogadores são postos em uma arena e lutam um contra o outro sem a bússola indicando o alvo.


De novo um penhasco
Assassin's Creed Revelations é um grande jogo, mais ainda comete erros, e um deles é o simples fato de passarmos mais da metade do jogo sob comando somente de Ezio. Claro, ele não é fraco e nem ruim, mas no meu caso senti falta de jogar com Altair e Desmond(mesmo que neste jogo ele esteja presente para nada). Outra coisa é que Revelations é mais curto que Broterhood e menor que AC 2. E infelizmente o modo multiplayer será deixado de lado, pois entre jogar com outros ou terminar a campanha, a campanha ganha fácil. Ainda há o fato de o ritmo ser quebrado muitas vezes ao decorrer do jogo, como quando se tem que proteger uma base da sua guilda, quando se joga em primeira pessoa nas lembranças de Desmond e quando se anda pelo Animus. Essa quebra de ritmo é praticamente uma tortura.


Os loads do jogo ainda são muito demorados, então prepare-se para enfrentar muitas telas pretas, tanto na campanha como no multiplayer, além do excesso de detalhes que geram os odiados lags nas cenas de ação e provocam queda de quadros por segundo.


Finalizando
Assassin's Creed Revelations cumpre seu papel e não fica atrás de seus antecessores, mostrando o mundo aberto magnifico de Constantinopla, dando as respostas que se queria e conclui as narrativas dos respectivos Altair e Ezio para dar espaço a Desmond. O multiplayer não fica como principal, mas ainda é um bom passatempo. A Ubisoft finalizou essa saga com gostinho de quero mais, uma história limpa e finalizada e quase consegui deixar A'sC Revelations na elite.


Notas Finais
Gráficos: 93 / 100                                              
Gameplay: 85 / 100                                        
Áudio: 90 / 100                                                
Diversão: 95 / 100                                            


Positivos
Ação digna de AC | História empolgante | Interessante e muitos personagens


Negativos
Defesa de guilda frustrante | Multiplayer falho | Campanha curta


Análise por "O Joystick"

Análise: Dark Souls


CONSIDERAÇÕES

Em linhas gerais, “Dark Souls” pode ser considerado o jogo mais difícil desta geração de consoles, entretanto não chega ser frustrante. O jogo proporciona belos desafios e tem momentos de batalha gloriosos e épicos, fazendo com que cada espadada desferida e cada magia lançada seja considerado um grande ato de combate.

O maior problema é que não são passadas informações suficientes para os jogadores, fazendo com que seja necessário consultar fontes externas para saber o que fazer e para onde ir. Mas que fique claro, “Dark Souls” não é apenas um game muito difícil, é uma obra que merece ser apreciada – principalmente por quem se diz ser um jogador dedicado.

INTRODUÇÃO

Quando “Demon’s Souls” foi lançado, no final de 2009, muito foi dito sobre a dificuldade absurda e esmagadora. “Dark Souls”, seu sucessor espiritual, corre o mesmo risco de ser lembrado do quão difícil é a primeira área, mas o game tem muito mais a oferecer do que simples frustração gratuita.

Criado pela FromSoftware (das séries “Armored Core” e “Kings Field” e “3D Dot Game Heroes”) “Dark Souls” conta a história de um mundo onde os heróis são mortos-vivos e que buscam encontrar uma forma de acabar com esta maldição.

PONTOS POSITIVOS

  • Só para jogadores dedicados
  • A atual geração de consoles nos acostumou mal. Ninguém tem culhões de fazer um jogo um pouco mais difícil se arriscando a ser criticado pela frustração de não conseguir matar um simples soldado. Mas isso não parece aflingir a Fromsoftware. “Dark Souls” consegue, de alguma forma paranormal, ser mais difícil que seu antecessor.

    A mecânica continua mais ou menos a mesma: você deve passar por mundos e reinos devastando tudo que se mexer pelo caminho. O problema é que quando você morrer – e isso vai acontecer diversas vezes – toda a experiência acumulada (as almas dos inimigos abatidos) ficará junto aos seus restos mortais. Para recuperar aquelas almas, será necessário passar por todos os perigos novamente.
  • Batalhas épicas
  • Ser um bom mago ou guerreiro traz recompensas gratificantes e que nos lembram dos tempos que os jogos não tinham “vidas infinitas”. O primeiro chefe aparece em menos de 5 minutos e um de seus golpes pode simplesmente deixar seu herói à beira da morte.

    O game tem diversos momentos assim, nos quais as batalhas lembram aventuras épicas, dignas de serem cantadas por um bardo em uma taverna. Claro que as derrotas serão constantes, mas que guerreiro imortal se incomodaria em voltar mais poderoso para acabar com uma fera assassina?
  • Cenários majestosos
  • Desde as escuras cavernas das Tumbas dos Gigantes aos fantásticos castelos de Anor Londo, tudo é fantasticamente criado para incluir o jogador em um mundo de fantasia sem igual. O mais interessante é que em muitos aspectos, nem parece que “Dark Souls” é um jogo desenvolvido por uma produtora japonesa. Os níveis de detalhes são muito bonitos e quase inesquecíveis.
  • Mecânicas simples e funcionais
  • Os sistemas de jogo são simples de serem assimilados, principalmente do modo de combate. São comandos simples como ataque fraco, ataque forte, defesa e esquiva. Parecem ser poucos movimentos, mas na verdade são recursos que se dominados garantem uma boa variedade de estratégias para dominar qualquer inimigo.

    O gerenciamento do inventário mesmo não pausando a ação é simples e ágil. Você consegue escolher o que equipar e o que descartar com menos de dois toques de botão. O difícil é escolher o que será descartado e o que deve ser mantido – algo que falaremos com mais calma logo adiante.

PONTOS NEGATIVOS

  • Faltam informações detalhadas
  • A dificuldade não se resume pela força dos adversários ou por caminhos que podem dar em armadilhas mortais. É difícil entender como funciona, por exemplo, a evolução de personagem, como usar magias e outros aspectos da mecânica.

    Os tutoriais são escassos e só explicam o básico, como dar uma espadada, desviar de golpes e outras coisas do tipo. As informações dificilmente explicam todos os conceitos, como para quê serve a Humanidade? E para que serve os diversos itens encontrados pelo cenário?

    Essas e outras dúvidas vão surgir com mais frequência e logo você terá que recorrer a outras fontes de informação ou até mesmo ‘detonados’ para descobrir qual é o próximo passo depois de enfrentar um monstro gigante.
  • Início frustrante
  • As primeiras horas de jogo serão frustrantes. Além de não existirem informações suficientes sobre o que fazer e como fazer, os equipamentos iniciais são muito, muito ruins. Quem escolhe ser um guerreiro tem que lidar com hordas de zumbis com uma espada enferrujada e um escudo de madeirite.

    Após passar a área de tutorial, chega um momento que o jogador não tem o que fazer com os itens que são encontrados. Não existe um vendedor por perto e logo vão surgindo dúvidas cruéis de quais itens que devem ser dispensados. Essas dúvidas surgem principalmente pelas descrições serem vagas como “Uma espada” ou “Uma bota de couro”.

    Passados esses momentos de incógnita, o jogo se torna mais e mais interessante e fica difícil parar de jogar.
Via Uol Jogos.