quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Final Fantasy XIII-2


Mexer nas bases de uma franquia já consolidada é uma aposta um tanto quanto complicada — os produtores de Final Fantasy XIII que o digam. Desde que o título foi lançado, não faltaram críticas sobre a descaracterização da série, principalmente sobre o fato de o novo capítulo abandonar a exploração para investir em uma trama totalmente linear.
Porém, os comentários negativos não foram ignorados e serviram de norte para que a Square Enix trouxesse uma sequência do jeito que os jogadores queriam. Em Final Fantasy XIII-2, o estúdio fez a lição de casa e já mostra que a nova aventura no mundo de Gran Pulse será muito mais variada e menos restritiva do que a de seu antecessor.
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Efeito borboleta
A solução encontrada pelo time de desenvolvimento para escapar da linearidade de FF XIII foi um tanto quanto inesperada: em vez de somente ampliar os caminhos já conhecidos, a continuação permitirá que os personagens viagem no tempo e visitem os locais em eras variadas.
Batizado de Historia Crux, esse sistema de passeios temporais funciona a partir de um menu principal que liga locais e épocas diferentes, como descreveu o diretor do título, Motomu Toriyama. Segundo ele, a novidade se destaca pela liberdade oferecida, algo que certamente irá agradar a quem pediu por mais possibilidades em FF XIII.
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É claro que uma adição tão significativa assim não ficaria restrita apenas a uma ampliação do mapa. De acordo com Toriyama, as idas e vindas pelas eras também irá influenciar no próprio desenvolvimento do enredo. O diretor afirmou que há várias camadas de história a serem descobertas e que conhecer todos os segredos de Final Fantasy XIII-2 é algo que somente os jogadores mais engajados conseguirão.
Além disso, ele ressalta que o Historia Crux não é apenas uma alternativa à linearidade da jogabilidade, mas também da própria trama. As notícias de que o título teria múltiplos finais foram confirmadas após Toriyama declarar que as decisões tomadas em determinados momentos e épocas irá influenciar os acontecimentos do futuro — algo bem próximo do que acontecia em Chrono Trigger, por exemplo.
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As viagens no tempo também trazem outros recursos pedidos pelos fãs. Como será possível retornar a locais já visitados — algo que não era permitido em Final Fantasy XIII —, o sistema de mini games e missões paralelas estará presente desde o início. Graças ao Historia Crux, o jogador pode voltar ao início de sua aventura para completar as quests que deixou para trás, com a vantagem de carregar itens poderosos e muitos pontos de experiência.
O garoto que viaja no tempo e captura monstros
Como você já deve saber, Final Fantasy XIII-2 não será mais focado em Lightning, mas em sua irmã, Serah, e Noel. Ele é o grande destaque do título, pois é somente por sua causa que o Historia Crux existe. Embora a Square Enix não tenha revelado quais suas motivações para isso, sabe-se que ele é um viajante temporal e que seu surgimento irá resultar no início da aventura.
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No entanto, a chegada de novos protagonistas não significa que os velhos heróis foram esquecidos. O diretor do game garantiu que Snow e os demais personagens estarão presentes e em momentos bem distintos, o que serve de estímulo para que os fãs percam alguns minutos procurando o Sazh do passado ou o Hope do futuro.
A chegada de Noel também adiciona alguns recursos novos a Final Fantasy XIII-2. A principal é a possibilidade de recrutar (ou capturar, se preferir) monstros e usá-los como aliados em combate. De acordo com Toriyama, isso torna as batalhas muito mais estratégicas, pois são mais de 150 criaturas disponíveis para você colecionar e elaborar táticas diferenciadas.
Além disso, ele afirmou que o desenvolvimento do enredo será muito mais sombrio e misterioso do que o de Final Fantasy XIII. Quando questionado pelo site 1UP se corríamos o risco de vermos uma mudança drástica de clima como feito em Final Fantasy X-2, também dirigido por ele, Toriyama afirmou que não irá fazer nenhuma alteração na atmosfera, pois não há necessidade para isso e que o novo rumo funciona muito bem com a temática já estabelecida.
Via Baixaki Jogos

Análise: Gears of War 3

CONSIDERAÇÕES

“Gears of War 3” é o grande jogo do Xbox 360 para este ano.  Esta aventura de Marcus Fenix ao lado de Dom Santiago e os outros membros da CGO é uma das mais empolgantes que apareceram na história do console. Existem pequenos detalhes, como alguns probleminhas com a inteligência artificial, mas nada que tire o brilho desse fantástico jogo.
Cenários mais amplos, armas mais poderosas e até mesmo a história - que antes era um repositório de clichês – foram itens que ganharam um peso maior para o jogo e que tiveram um cuidado notório por parte da Epic Games. “Gears of War 3” é um jogo indispensável para o fim do ano e felizes são os donos do console da Microsoft que vão se divertir como nunca explodindo ou partindo seus inimigos ao meio.

INTRODUÇÃO


A série “Gears of War” conta a história Marcus Fenix e seus companheiro do esquadrão Delta, soldados Coligação de Governos Ordenados (CGO, ou COG, na versão em inglês) treinados especificamente para acabar com os Locusts, e salvar a humanidade.
A história deste terceiro episódio acontece 18 meses após os eventos finais de “Gears 2” e mostra um novo inimigo: os Lambent, que na verdade são Locusts infectados pela Imulsão - um líquido que é a fonte de energia do plante Sera  - e que se tornaram uma ameaça para todos os habitantes do planeta, sejam eles humanos, animais ou Locusts. Marcus e seus aliados do esquadrão delta se refugiam em um navio-fortaleza no meio do mar – e esse acaba sendo um dos lugares mais seguros do planenta.
Mas tudo muda com a chegada de Prescott, agora ex-presidente da CGO, muda tudo. Ele traz uma mensagem e Marcus acaba descobrindo que seu pai ainda está vivo e que ele é a única pessoa que pode acabar com os Lambent. E isso é o pontapé inicial para que a aventura para a salvação se inicie.

PONTOS POSITIVOS

  • Uma história de arrepiar
  • CARONA NO TREM COLE

    Uma das novidades para a versão nacional de “Gears of War 3” é que este é o primeiro jogo da série que foi totalmente legendado em português do Brasil. Isso significa que os fãs da série que não sabem falar inglês vão poder acompanhar a história sem dificuldades. O problema para os veteranos será se acostumar com alguns termos traduzidos, como Trem Cole (no original era Cole Train) ou até mesmo a CGO, no lugar de COG - e isso só será um problema para os fãs chatos.
    A série “Gears of War” foi marcada por dois jogos interessantes mostrando a guerra contra os Locusts. Nela os humanos eram os alienígenas que colonizaram o planeta Sera e acabaram entrando em guerra com os locais. Neste terceiro jogo a história vai além dos dramas exagerados de Dominic Santiago ou do pobre destino dos irmãos Carmine. Agora é a vez de salvar o pai do protagonista, Marcus Fenix, um dos caras mais brutamontes da história do videogame.
    Sem entregar o ouro, o jogador vai acompanhar a aventura do esquadrão delta por locais que aparecem no decorrer da aventura, como é o caso da relação de Cole Train e o Thrashball Stadium. A cena é emocionante o suficiente para fazer com que qualquer fã de “Gears” fique empolgado. Momentos como esse não são raros e todos os personagens principais têm pelo menos um momento como esse na aventura.
    E para deixar a aventura ainda mais divertida existem diversos chefes e batalhas épicas, como um combate com diversos CGOs contra um Brumak enfurecido. A cena de todos atirando contra o monstro gigante é inebriante para os fãs do jogo, afinal, esta é uma das feras mais temidas – e lembradas – da série.
  • Cenários mais variados
  • Os primeiros jogos da série foram marcados por cenários que mais se pareciam com grandes corredores com locais estratégicos para se esconder. Dessa vez os produtores pensaram melhor e proporcionaram mais arenas abertas e com menos esconderijos.  Esse é o caso da cidade de Hanover, que fica nas cercanias de Sovereign, onde é difícil encontrar lugares para tomar cobertura e lutar contra a constante onda de inimigos.
    A variação também está em alta, com cenários mais coloridos fugindo do tom de sépia – que quase se tornou uma marca registrada da série. Agora existem outros tons de cores, como o azulado do anoitecer que ficam cintilando com os disparos das lancers.
    Todas essas novidades  deixaram “Gears of War 3” com um ar mais orgânico e menos repetitivo. Depois de cada cena de corte o jogador é colocado em uma situação diferente –  essa sensação de insegurança em um mundo estranho é o que faz a série ser indispensável  para qualquer jogador.
  • Imagens estonteantes
  • Dificilmente você encontrará um jogo mais bonito que “Gears of War 3” no Xbox 360. Os efeitos visuais evoluíram muito do primeiro ao terceiro jogo da série, como os efeitos de partículas, que dão um ar de realismo incomparável.  Quando a tela é tomada por fumaça ou uma tempestade de areia é possível ver diversos níveis de profundidade, fazendo com que as granadas de fumaça se tornem armas mais eficientes e interessantes de serem usadas.
    E se você tem um televisor 3D pode ficar feliz, pois “Gears 3” utiliza esse recurso muito bem, fazendo com que bolas de fogo, carros e explosões saltem da tela a todo momento.
  • Mais armas, inimigos e execuções
  • Além de novos cenários , não poderiam faltar mais ferramentas para a execução dos inimigos, como é o caso da Lancer Classic, que no lugar de uma motosserra, a metralhadora tem embutida uma baioneta que empala o alvo como um espetinho de churrasco – e a cena da execução é violenta e ao mesmo tempo magnífica.
    Outra adição é a Digger Launcher, uma bomba que percorre o chão até chegar em frente ao alvo para acabar explodindo. Essa arma geralmente é encontrada logo após um combate com Digger Boomer, um dos novos inimigos que povoam o jogo. 

PONTOS NEGATIVOS

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  • Um probleminha aqui, outro ali
  • O que diferencia um inimigo do outro é o quão forte são suas armas e suas armaduras, por outro lado eles compartilham a mesma inteligência. Alguns se escondem e atiram, procurando o melhor lugar para atacar - da mesma forma que o jogador faz - mas não são raros os momentos momentos que vemos os personagens inimigos e aliados se encarando, sem a menor intenção de brandir sua lancer e acabar com o adversário.
    Outros momentos vemos os adversários saindo correndo de sua cobertura e ficando parado olhando para o vazio - e se tornando um alvo para os disparos do jogador. Esses momentos não chegam a atrapalhar a experiência de jogo, mas é estranho e às vezes até engraçado.
  • Corre, esconde e atira
  • "Gears of War 3" segue a mesma fórmula dos jogos anteriores: o famoso corre, esconde e atira. A Epic até tentou fazer uma mudança adicionando alguns elementos diferentes, como usar um exoesqueleto para levar uma caixa de suprimentos para um ponto 'x' do cenário, deixando o jogador sem uma arma de fogo. Mas isso corresponde a praticamente 10% do jogo.
    Isso não quer dizer que o game é repetitivo à exaustão, mas deixa claro que os produtores não quiseram arriscar e colocar novos ele
    mentos para desafiar o jogador - e é de conhecimento público que a Epic é capaz de fazer coisas novas e interessantes.
Via Uol Jogos

EspecialTGS 2011: "Tekken 3D Prime Edition" empolga com belo visual no Nintendo 3DS

Logo no lançamento o Nintendo 3DS contou com versões de "Super Street Fighter IV" e "Dead or Alive", mas parou por aí a boa relação do console com jogos de luta, já que de lá pra cá pouca coisa saiu.

Felizmente, "Tekken 3D Prime Edition" aponta para uma melhora e evolução no quadro, combinando um jogo de luta robusto e polido com a animação em computação gráfica "Tekken Blood Vengeance" - que vem completa no cartucho, com efeito 3D e tudo.

A parte de pancadaria consegue a proeza de rodar a 60 quadros por segundo mesmo com o modo 3D ativado, e o próprio efeito tridimensional é menos incômodo do que em outros jogos mais recentes do portátil.

Além disso, o ritmo mais cadenciado de "Tekken" combina bem com o layout de 4 botões do 3DS, enquanto a tela de toque imita "Super Street Fighter IV" e conta com atalhos para golpes especiais. Na demonstração testada na sede Namco Bandai, a resposta para estes botões na tela táctil eram um pouco mais lentos em comparação com "Street".

Para completar, os lutadores aparecem grandes e com texturas bem definidas na tela, além de alguns efeitos de reflexo bacanas que não aparecem em "Street Fighter" e "Dead or Alive". Pena que isso veio ao custo de cenários simples, meras arenas áridas com cenários de fundo - nada de elementos interativos como em "DoA".

"Tekken 3D Prime Edition" é o primeiro título da série que aparece no Nintendo 3DS e tem lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2012.

Veja trailer da TGS 2011 de "Tekken 3D Prime Edition"

Via Uol Jogos

Especial TGS 2011: "Cavaleiros do Zodíaco" renasce com porrada e controles simples no PS3

Jogos de anime não são exatamente novidade no mercado - todo ano a Bandai Namco lança um punhado de títulos baseados em Dragon Ball, Naruto e outras marcas.
Porém, a atenção do público brasileiro foi fisgada de jeito quando a produtora japonesa anunciou "Saint Seiya Sanctuary Battle", novo título baseado no clássico Cavaleiros do Zodíaco, anime que estourou por aqui nos anos 90 e até hoje recebe novas histórias, seja no desenho animado ou nos mangás.
O jogo sai só em novembro, mas UOL Jogos teve a chance de visitar a sede da empresa em Tóquio, testar o game exclusivo do PlayStation 3 e também conversar com o produtor, Ryo Mito.

Confira a entrevista com o produtor Ryo Mito

Cheio de porradas e visual muito parecido com o desenho animado, o game empolga e honra a série com golpes cheios de efeitos especiais e controles bem simples.
De maneira geral, "Saint Seiya" é uma versão com visual diferente de games da franquia "Dynasty Warriors", em que um heroi enfrenta hordas com dezenas e dezenas de inimigos ao mesmo tempo.
"Saint Seiya Sanctuary Battle" utiliza uma fórmula simples e bem linear, mas que combina perfeitamente com a temática da série e finalmente dá aos gamers a chance de utilizar ao máximo os clássicos poderes dos Cavaleiros do Zodíaco em hordas de inimigos. O visual é fiel ao desenho animado e acaba passando a sensação de se estar jogando um episódio do seriado.
Ativando o sétimo sentido - e distribuindo porradas
Os Cavaleiros dispõem de dois botões para ataques, três poderes especiais e também comandos de defesa, pulo, corrida e um outro para ativar o sétimo sentido, poder especial na série que no jogo faz os inimigos se moverem em câmera lenta e ainda deixa o heroi mais forte.
As fases são totalmente lineares, com apenas alguns elementos para destruir pelo caminho e abocanhar itens de energia, e pontuadas por momentos de combate. Derrote algumas dezenas de bandidos, ande mais um pouco e faça tudo de novo até acabar.

Saint Seya Chronicles

A situação muda apenas nos embates contra chefes, que mantêm o estilo de ação em arenas 3D, mas em lutas de um-contra-um. Antes de cada estágio há um resumo da trama, feito com gráficos do jogo e música tirada diretamente do desenho animado, bem similar ao que aparece no seriado.
Logo abaixo da barra de energia fica o medidor de Cosmo, dividido em três blocos, que permite executar golpes especiais. Aqui entram em cena os poderes clássicos do seriado, como o Meteoro de Pégaso, Cólera do Dragão e o Relâmpago de Plasma. Cada um consome um bloco da barra, que se regenera conforme o tempo passa.
Aqui entra em jogo também um leve fator estratégico: quanto maior o cosmo do Cavaleiro, mais fortes são seus golpes, então às vezes vale mais a pena partir para a porrada na mão mesmo e deixar os golpes especiais para depois.
O game narra a Saga do Santuário, uma das mais icônicas da série, em que os cinco Cavaleiros de Bronze enfrentam os doze Cavaleiros de Ouro, que representam os signos do Zodíaco. Tanto guerreiros de Bronze como de Ouro estão presentes no disco. A demonstração testada por UOL Jogos apresentava duas fases com Seiya de Pégaso - uma normal e outra de luta, contra o Cavaleiro de Touro - e uma terceira com Aiolia, o Cavaleiro de Leão.

Confira o teste de "Saint Seiya Sanctuary Battle"


Via Uol Jogos