segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Será?


Uma fonte anônima informou que o PlayStation 4 deve ser anunciado dentro de 18 meses. O informante assegurou que as informações vieram diretamente de uma reunião do altíssimo escalão da Sony, e que o plano inicial de manter o PlayStation 3 por dez anos foi alterado.
Os rumores foram publicados pelo site Bitmob, acompanhados da singela resposta da Sony, que como sempre, disse que não comenta rumores e especulações. Recentemente, Shuhei Yoshida, o poderoso presidente da Sony, declarou que a companhia não tem planos de lançar o novo console por enquanto.
Será que em 18 meses, ano e meio, a Sony vai adentrar oficialmente na nona geração de games? O que resta fazer é esperar e ver se mais informações aparecem.


Via Baixaki Jogos.

Análise: Deus Ex: Human Revolution


Videoanálise
Deus Ex: Human Revolution é um dos jogos mais comentados dos últimos tempos. Afinal de contas, não poderia ser diferente, já que estamos falando de uma das grandes séries quando o assunto é jogatina no PC. O híbrido de FPS com RPG certamente marcou história no ramo dos jogos eletrônicos, gerando milhares de fãs sedentos por mais aventuras no belíssimo universo de ficção científica criado pelo título.
Após uma sequência, lançada em 2003, Deus Ex foi ficando em segundo plano. Finalmente, em 2007, um novo jogo da série é anunciado, o qual traria informações introdutórias aos eventos ocorridos no primeiro game. Finalmente, Deus Ex: Human Revolution chegou às mãos do Baixaki Jogos. Mas será que toda a espera valeu a pena? É isso que você confere nesta análise.


Aprovado

História fora dos padrões
Sem dúvidas, um dos fatores que mais chama a atenção em Deus Ex é a sua trama. Primeiramente, temos bastante foco na história, algo que já é raro para o gênero abordado pelo jogo, o FPS. Como se não bastasse, a própria narrativa do game impressiona pela sua dinamicidade, situando o título ao lado de outros poucos jogos de tiro em que a história é realmente relevante.
No game, você encarna Adam Jensen, chefe de segurança de uma empresa conhecida como Sarif. Essa companhia é especializada em humanidade aumentada, um novo recurso que mudou totalmente a sociedade e a maneira de viver. Com essa tecnologia, podemos ficar mais fortes, velozes e saudáveis, mesmo que tudo isso tenha um custo elevado.
Mas, essa biotecnologia não agradou a todos, gerando uma espécie de divisão global. O ano é 2027, e alguns acreditam que a humanidade aumentada é o próximo passo para nossa evolução. Já outros acreditam que a tecnologia é justamente o contrário, e acabará com a humanidade.
Como se pode perceber, a trama de Deus Ex é realmente forte, trazendo possibilidades totalmente convincentes e que realmente podem surgir em um futuro não tão distante. Isso só torna a aventura mais autêntica, algo que fará com que você não consiga parar de jogar o game até descobrir tudo o que acontece em seu universo.
Existem muitas maneiras de explorar a trama, que se modifica de acordo com suas ações. Caso o jogador opte por uma abordagem mais violenta, então notará que as consequências serão totalmente diferentes das vistas pelo jogador mais cauteloso, que prefere a discrição. Além disso, até mesmo a maneira como você explora o ambiente influencia no decorrer da trama.
Em suma, temos uma história totalmente dinâmica, influenciada por praticamente qualquer escolha e detalhe. Eis um dos grandes méritos do game: conseguir unir um elemento tão pesado a um gênero tão ágil e que, normalmente, dispensa qualquer foco na história. 
Hora da ação!
Mas, Deus Ex: Human Revolution também oferece bastante ação. Conforme já mencionamos, o título permite que o jogador desfrute do game da maneira que desejar. Se quiser bancar o Rambo e sair atirando em tudo o que vê pela frente, então vá em frente. Mas, se preferir uma abordagem mais tática, então aproveite os recursos que o game oferece para que você possa bancar o verdadeiro espião.
Você conta com uma série de armas diferentes e ainda pode aproveitar o sistema de cobertura do título, que oferece várias possibilidades. É possível atirar “na cega” ou então tentar a sorte atirando enquanto mira nos diversos inimigos que podem aparecer na tela. E se a situação se complicar, você pode finalizar seu oponente enquanto observa cenas realmente brutais.
Seja na discrição ou na loucura, uma coisa é certa: você precisará de bastante estratégia para sobreviver no game. Felizmente, Adam é um ser que desfruta da humanidade aumentada, permitindo que vários aprimoramentos sejam feitos em seu corpo, os quais podem fazer toda diferença durante o combate.
O jogador pode aprimorar várias partes de seu corpo e cada uma dela traz efeitos diferentes. Quem quiser um personagem mais durão, terá de investir no torso, nos braços e nas pernas de Adam, fornecendo mais força e golpes especiais ao jogador. Já os discretos têm de aplicar seus pontos no cérebro, nos olhos e na pele, recebendo melhorias em suas habilidades silenciosas.
O fato é que você pode criar seu personagem da maneira que bem entender. Além disso, as armas do game também são personalizáveis, algo que só aumenta a longevidade do título. Sendo assim, temos uma campanha com cerca de 20 horas de duração, mas que pode ser tranquilamente jogada várias vezes, graças às diversas possibilidades do personagem.
Digno de cinema
Outro fato que merece destaque no game é a direção de arte. Deus Ex: Human Revolution traz ambientes e cenários que relembram bastante filmes de ficção como Blade Runner, apresentando um futuro repleto de luzes e fortemente influenciado pela cultura cyberpunk. Além disso, a paleta de cores do game é muito pertinente, com foco no dourado e no preto, criando um contraste que se mantém durante todo o game. A dublagem também é bacana, com um tom devidamente exagerado.

Reprovado

Nem tão evoluídos assim
Certamente, um dos elementos que mais apresenta problemas em Deus Ex: Human Revolution é a inteligência artificial. Infelizmente, os inimigos não apresentam um comportamento natural, algo que quebra bastante toda a atmosfera proposta pelo título. Algumas vezes, eles simplesmente passarão do seu lado sem ver Adam, enquanto, em outros casos, ficam disparando sem parar contra os objetos usados como cobertura pelo jogador.
Outro elemento que estraga um pouco o game são os chefes. As batalhas contra os grandes vilões do título não acompanham às inovações e propostas diferenciadas do restante da obra. Nelas, você precisa apenas atirar e atirar contra um inimigo extremamente poderoso. Ou seja, todo o seu investimento na discrição é em vão, e os jogadores que optaram por um personagem mais tático certamente terão problemas.
Tecnicamente, o visual de Human Revolution é relativamente datado, apresentando personagem com modelos poligonais e sem muitos detalhes. A expressão facial é bem precária e chega a quebrar um pouco da imersão proposta pelo título. O mesmo vale para as CGs, que, absurdamente, são renderizadas em uma qualidade esquisita, com qualidade inferior ao que é visto nas próprias cenas de corte do game.

Vale a pena?

Definitivamente, Deus Ex: Human Revolution é um título que merece sua atenção. Quem é fã do gênero FPS, mas já está saturado dos jogos simplórios que existem por aí, então deve mergulhar de cabeça nessa experiência, que traz uma trama excelente e reforçada por elementos de RPG de total qualidade.
Human Revolution pode até apresentar algumas falhas, mas mesmo assim se encaixa como uma revolução no nicho dos jogos de tiro em primeira pessoa
No fim: Visual: 4/5
            Jogabilidade:4,9/5
            Aúdio:4,2/5
            Diversão:4,5/5

Via Baixaki Jogos

Análise: Resistance 3

Resistance 3 é uma das grandes promessas do PlayStation 3 neste ano. O jogo chega para reforçar a linha dos FPS no console da Sony, ao lado do excelenteKillzone 3, lançado no início de 2011.  A Insomniac Games, responsável pelo desenvolvimento, quer, agora, fechar a trilogia com grande estilo, em um jogo que promete muitos aprimoramentos em relação aos seus antecessores.


Falando em antecessores, o histórico de Resistance traz memórias bacanas, mas não muito espetaculares. O primeiro jogo se saiu bem, sendo, praticamente, o responsável pela inauguração do gênero no console da Sony. A sequência conseguiu melhorar bastante o que havia sido feito no original, gerando um game de tiro em primeira pessoa bem interessante, principalmente pelo seu multiplayer.


Agora, a Insomniac quer ir além do que já foi feito nas outras duas versões. Para isso, a companhia pretende focar ainda mais na história para criar uma experiência ainda mais cinematográfica. Isso sem contar os combates, que também trarão muita intensidade para as telas.


Nós tivemos a chance de conferir uma versão demonstrativa do game, que pode ser baixada na PlayStation Store asiática. E então, Baixaki Jogos, será que todas as promessas da desenvolvedora realmente estão se concretizando?  A resposta para essa pergunta você confere abaixo.







Essa é a repetição


Infelizmente, a demo de Resistance 3 deixa a desejar. Essa informação pode até parecer um “soco na cara” para quem esperava uma experiência positiva do jogo, mas é exatamente essa sensação que a demonstração passa. Logo de cara, você perceberá que o jogo parece incompleto. Além das cenas de corte de baixa qualidade, também presenciamos animações que não são muito fluidas, um conjunto sonoro de baixo impacto e muita repetição na jogabilidade.


Em poucas palavras, a demonstração de Resistance 3 até tenta, mas não consegue empolgar o jogador. Você passa a experiência toda em um barco, que navega por uma Missouri completamente inundada. Realmente, a direção de arte é até bacana, relembrando o excelenteSilent Hill. Mas, tecnicamente, o jogo decepciona, apresentado serrilhados por toda parte, texturas de baixa qualidade, modelos de baixo polígonos e uma iluminação fraca.


Tudo bem, então o grande problema de Resistance 3 são os gráficos, certo? Não exatamente. Na demo, os momentos de combate são extremamente limitados. Você passa a jogatina toda no barco, recarregando sua munição e adquirindo vida por meio de pacotes especiais — ambos os recursos são ilimitados —, enquanto elimina ondas e mais ondas de inimigos.





Falando em antecessores, o histórico de Resistance traz memórias bacanas, mas não muito espetaculares. O primeiro jogo se saiu bem, sendo, praticamente, o responsável pela inauguração do gênero no console da Sony. A sequência conseguiu melhorar bastante o que havia sido feito no original, gerando um game de tiro em primeira pessoa bem interessante, principalmente pelo seu multiplayer.


Agora, a Insomniac quer ir além do que já foi feito nas outras duas versões. Para isso, a companhia pretende focar ainda mais na história para criar uma experiência ainda mais cinematográfica. Isso sem contar os combates, que também trarão muita intensidade para as telas.


Nós tivemos a chance de conferir uma versão demonstrativa do game, que pode ser baixada na PlayStation Store asiática. E então, Baixaki Jogos, será que todas as promessas da desenvolvedora realmente estão se concretizando?  A resposta para essa pergunta você confere abaixo.


Essa parcela de Resistance 3 é uma espécie de sessão on rail, na qual você não precisa se locomover de um ponto ao outro, explorando apenas o pequeno barco que é guiado automaticamente pela inteligência artificial enquanto espera por uma nova leva de inimigos.


Raso é pouco



O jogador conta com três armas diferentes: um revolver, um rifle e uma escopeta. Destaque para a última opção, que oferece um lançador de granadas como ataque secundário. Existem também as granadas, que podem facilitar sua vida nos momentos mais intensos.


Uma boa dica é ficar atento ao ambiente, já que é possível interagir com alguns objetos à sua volta. Os “ovos” amarelos, obra dos Chimera, podem causar explosões brutais caso o jogador decida atirar neles, danificando qualquer criatura que esteja por perto. Observe também os pilares de gelo, que devem ser quebrados para que sua embarcação continue em frente.


Quanto aos inimigos, a variedade na demo é baixa. Temos três tipos diferentes: os alienígenas sem armaduras, os Chimeras equipados e as pequenas naves que disparam raios de eletricidade. O desafio ao enfrentar esses oponentes é quase nulo, a não ser próximo ao fim da demonstração, quando todos surgem de uma só vez. Mas, a munição e a vida infinita farão com que você passe tranquilamente por qualquer situação.




Em suma, a demonstração de Resistance 3 definitivamente não nos deixou empolgados — muito pelo contrário. O ápice da demo jogável é o aparecimento do Leviathan, a gigantesca criatura que destrói pontes e faz você se sentir como uma formiga. Mas, infelizmente, esse momento não é bem explorado e logo você retorna para o repetitivo combate em trilhos.
Tudo bem, estamos falando apenas da demo, e não do jogo completo. Mas, definitivamente, a nossa vontade de conferir o jogo completo só diminuiu com esse material liberado pela Insomniac. Gráficos de baixa qualidade, um combate extremamente repetitivo e um jogo mal feito. Tentamos resistir, mas a decepção foi maior.


Resistance 3 chega às lojas no dia 06 de setembro deste ano, exclusivamente para PlayStation 3. Torça para que o jogo seja bem diferente da demonstração.


O jogador conta com três armas diferentes: um revolver, um rifle e uma escopeta. Destaque para a última opção, que oferece um lançador de granadas como ataque secundário. Existem também as granadas, que podem facilitar sua vida nos momentos mais intensos.


Uma boa dica é ficar atento ao ambiente, já que é possível interagir com alguns objetos à sua volta. Os “ovos” amarelos, obra dos Chimera, podem causar explosões brutais caso o jogador decida atirar neles, danificando qualquer criatura que esteja por perto. Observe também os pilares de gelo, que devem ser quebrados para que sua embarcação continue em frente.


Quanto aos inimigos, a variedade na demo é baixa. Temos três tipos diferentes: os alienígenas sem armaduras, os Chimeras equipados e as pequenas naves que disparam raios de eletricidade. O desafio ao enfrentar esses oponentes é quase nulo, a não ser próximo ao fim da demonstração, quando todos surgem de uma só vez. Mas, a munição e a vida infinita farão com que você passe tranquilamente por qualquer situação.


Via Jogos Metal V16

Ser gamer Hardcore ou não, ei a questão...


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Há algumas semanas, enquanto você terminava mais um castelinho em Minecraft, eu deixava a prisão domiciliar e me juntava a outros condenados na edição mais recente do youpix, o festival brasileiro de cultura de internet. O checkpoint indicava o porão das artes da Bienal, em São Paulo, e a missão era debater um assunto de importância global: por que os jogos de 15 anos atrás no Brasil ainda custam o preço de lançamento? quem é o hardcore gamer? 

Foi um bate-papo camarada com outros representantes hardcore que cumprem pena em regime semi-aberto: a jornalista Flavia Gasi, os malucos Arthur e Marcellus, do GAMESFODA (que eu não conhecia, já que tinham vindo de um outro presídio), e o ex-patrão André Forastieri (editor de revistas de games desde sempre). Mas, no ambiente disperso do youpix, entre um vespeiro de hashtags e a profusão gratuita de memes de internet, não foi possível entrar em detalhes sobre os critérios para você ser aceito no clubinho especial de pessoas hardcore. Porque ser hardcore gamer, você sabe, não é para qualquer um. 

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Uns 20 anos atrás, quando eu não tinha tantas preocupações assim, ligava o Mega Drive só nos fins de semana, quando era autorizado pelo meu pai a alugar fitas [nunca falamos "cartucho"] na única locadora da cidade. E geralmente chegava nessa locadora antes do próprio dono. Não que fosse preciso pegar fila para garantir algum grande lançamento vindo do Paraguai – era só parte do ritual que começava com a missa da juventude (na igreja mesmo), passava por comprar a Super Game Power na banca, pegar uma fita e jogar por dois dias. 

Eu não era bom jogador, não terminava quase nenhum jogo. Mas lia até morrer. Assinava revistas, comprava, lia tudo, pouco importando que eu teria acesso a 10% de tudo aquilo, quando muito. Era o meu jeito de ser hardcore. Não via graça nos “clássicos obrigatórios”, curtia terminar pela trigésima vez Forgotten Worlds no co-op e era crucificado quando pegava um Sword of Sodan na locadora “só pra ver qual é”. Eu não fazia questão de reconhecimento, mas até me esforçava para ser levado a sério – tinha até a carteirinha do clube.

Segundo as regras nem sempre implícitas de convívio geral, porém, eu não era true hardcore. Eu mais jogava futebol do que videogame, o que era e continua sendo pecado. Por um tempo fui mais pescador hardcore do que gamer hardcore. Eu era, enfim, o “hardcore gamer” mais inválido que qualquer Sindicato dos Jogadores Hardcore poderia querer.

Os games mudaram, a indústria mudou, mas a sociedade ainda usa um firmware atrasado. A tendência de quantificar o hardcore continua em alta. Somos um nicho, estamos nos radares das grandes marcas, somos identificados como formadores de opinião. Os caras que compram um mouse por R$ 300 e uma placa de vídeo por valores que é bom não revelar agora – podem existir mães, namoradas e noivas assistindo. Ok, ficamos lisonjeados pela importância enquanto público-alvo.

Mas hardcore gamer, na visão do mercado (ou da sociedade?), é simplesmente quem joga X horas por semana ou gasta X reais por mês. Concepção estúpida, mas é a vida, as pesquisas de público precisam ser padronizadas de alguma maneira. O que não impede que elas continuem sendo estúpidas.

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Ser hardcore gamer, até onde eu quero acreditar, não é jogar “games hardcore”, não é passar X horas por semana jogando, não é ter 49 troféus de platina no PS3. Hardcore gamer não é pose, é atitude [entra vinheta do achocolatado radical].

O maluco que compra dois jogos por ano pode ser hardcore. O cara que passa mais tempo trabalhando e cuidando da família também pode. Mas isso não vende, e também não dá audiência, não é um público-alvo. E também não é “true”. Gostaria de convidar agora aquele meu amigo que deixou de ser entrevistado por um programa de TV sobre “geeks/nerds hardcore” quando a repórter soube que ele tinha namorada e até uma bicicleta. O personagem não valia mais, e lá foi ela procurar um gamer mais “autêntico”. 

Seria esse amigo um caso do neo-hardcore? Pois ele se parece com alguns outros amigos na faixa dos 30 anos por aqui. Temos aquele que nem liga mais o Xbox 360, mas é mestre em Infinity Blade, e logo vai ser gênio em Jetpack Joyride. Ou aquele que não vai comprar Modern Warfare 3 nem Battlefield 3, mas destrói no FIFA online e a cada semana vem mostrar dois ou três jogos fodões de iPad (essa plataforma de jogos que ainda não é plataforma de jogos porque não passou no teste hardcore, certo?). O terceiro amigo é aquele que só compra dois ou três jogos “hardcore” por ano, mas discursa como ninguém sobre a importância dos
shooters na sociedade atual.

Na escala hardcore que rege o mundo, e que conta ainda com aquele outro amigo que trocou um semestre de Engenharia pela supremacia em Gunbound, onde esses neo-hardcore se encaixam? São menos dignos, mais alienados? Ou só diferentes? Vou chamar a polícia porque eles não vão comprar o novo Zelda.

Ser hardcore, seja “neo” ou “tru”, é ir além das aparências. É se dedicar a algo além do comportamento comum, trazendo um pouco de senso crítico no embalo. Não importa a quantidade, mas a qualidade. E, de preferência, que seja porque você acredita naquilo, e não porque precisa de um rótulo para impressionar as gatas dormir tranquilo.

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por JeanFoxDiee, fonte: Kotaku

Via GameVicio

Rapidinhasb

-Em Batman: Arkham Vity, Asa Noturna talvez seja jogavel.


-Sony está tentando combater oponentes dando fim a três trilogias.


-Battlefield 3 virá em dois disco para Xbox 360.


-Call of Duty triunfa pelo seu "realismo épico", diz Activsion.


-CoD: MW3 confirma modo LAN.


-Sony revela patente de produto similar a Wii U que vem desde de 2009.


-Metal Gear Solid: Peace Walker HD terá modo cooperativo para 4 jogadores.

-Uncharted 3 é criticado pela péssima dublagem.

-Microsoft abaixaq preço de jogos no Brasil e promete abaixar preço do Xbox 360.

-Need For Speed: Run terá conteúdo especial da série NFS Underground.

-

IGN faz Top dos 25 melhores jogos de PS3


O IGN, site de games reconhecido internacionalmente, fez recentemente um Top 25 de melhores jogos de PlayStation 3 de todos os tempos. Para criá-lo, eles se basearam nos games lançados até hoje, sem contar os futuros lançamentos como Uncharted 3 ou Twisted Metal e nem jogos da PlayStation Network. Confira abaixo e veja se seu título favorito de PS3 está na lista (para conferir o motivo do jogo estar na lista e a sua análise, acesse o portal do IGN): 

25. Burnout Paradise
24. Demon's Souls
23. Ratchet & Clank: A Crack in Time
Uncharted 2: Among Thieves
22. Resistance: Fall of Man
21. Borderlands
20. Valkyria Chronicles
19. Fallout: New Vegas
18. Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots
17. Dead Space 2
16. inFAMOUS
15. Vanquish
14. Catherine
13. Bioshock
12. Uncharted: Drake's Fortune
11. God of War III
10. Grand Theft Auto IV
9. LittleBigPlanet 2
8. Batman: Arkham Asylum
7. inFAMOUS 2
6. Red Dead Redemption
5. Heavy Rain
  4. Portal 2 
3. Fallout 3
2. Mass Effect 2
1. Uncharted 2: Among Thieves

  E aí, leitor? Lhe convenceu esse ranking do IGN? Achou que está faltando algumjogo? Alguma posição injusta? Deixe-nos saber comentando logo abaixo!

por texugo15, fonte: Playstationblast

Via GameVicio

Mulher de 33 anos se envolve com adolescente durante jogatina de CoD


Um caso bastante controverso de corrupção de menores surgiu recentemente na França. Durante sessões de jogatina de Call of Duty, Céline, de 33 anos, acabou por se envolver com uma adolescente de 15, conforme revelado pelo site Leparisien. Além do contato no game, os dois também conversavam via MSN. Todavia, o relacionamento platônico deixou preocupados os pais do adolescente, que buscaram auxílio legal.

Segundo dossiê levantado pelo tribunal que julgará o caso, os encontros virtuais iniciaram em 2008. Thomas (nome alterado por razões legais) participava então de uma comunidade de jogadores de CoD, a qual, em teoria, deveria abrigar apenas jogadores maiores de idade — sem “pijamas”, conforme gíria utilizada pelos membros para identificar menores. O adolescente teve então seu primeiro contado com Céline, que utilizava o codinome “Shoot” dentro do mundo de jogo.

A polícia levantou centenas de mensagens, ligações telefônicas e fotografias trocadas entre os dois. Em seguida, as autoridades identificaram o computador de Céline, uma mãe divorciada que há pouco tempo havia se tornado avó. Ao ser interrogada, Céline tomou a responsabilidade pelo relacionamento de longa distância. Ela havia visto Thomas apenas em fotografias, mas afirmava estar apaixonada.

Da parte Thomas, haviam notas baixas na escola e a garantia de que o relacionamento assumiria as vias de fato assim que o garoto se tornasse maior de idade. Durante as investigações, ambos passaram por avaliações psicológicas, nas quais demonstrou-se certa “fragilidade” em comum.

Segundo o advogado de Céline, embora o caso envolva atitude “moralmente repreensível”, não se trata de “corrupção de menores”. Já o responsável pela parte acusada diz que a postura seria diferente “caso fosse um homem de 35 anos (sic) que se envolvesse com uma garota de 15”. O tribunal dará a sentença sobre o caso no próximo dia 27. Para mais pendengas jurídico emocionais, fique ligado no Baixaki Jogos.


Via Baixaki Jogos

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/jogos/13067-mulher-de-33-anos-se-envolve-com-adolescente-durante-jogatina-de-cod.htm#ixzz1X0joQQ12

Mulher de 33 anos se envolve com adolescente durante jogatina de CoD


Um caso bastante controverso de corrupção de menores surgiu recentemente na França. Durante sessões de jogatina de Call of Duty, Céline, de 33 anos, acabou por se envolver com uma adolescente de 15, conforme revelado pelo site Leparisien. Além do contato no game, os dois também conversavam via MSN. Todavia, o relacionamento platônico deixou preocupados os pais do adolescente, que buscaram auxílio legal.

Segundo dossiê levantado pelo tribunal que julgará o caso, os encontros virtuais iniciaram em 2008. Thomas (nome alterado por razões legais) participava então de uma comunidade de jogadores de CoD, a qual, em teoria, deveria abrigar apenas jogadores maiores de idade — sem “pijamas”, conforme gíria utilizada pelos membros para identificar menores. O adolescente teve então seu primeiro contado com Céline, que utilizava o codinome “Shoot” dentro do mundo de jogo.

A polícia levantou centenas de mensagens, ligações telefônicas e fotografias trocadas entre os dois. Em seguida, as autoridades identificaram o computador de Céline, uma mãe divorciada que há pouco tempo havia se tornado avó. Ao ser interrogada, Céline tomou a responsabilidade pelo relacionamento de longa distância. Ela havia visto Thomas apenas em fotografias, mas afirmava estar apaixonada.

Da parte Thomas, haviam notas baixas na escola e a garantia de que o relacionamento assumiria as vias de fato assim que o garoto se tornasse maior de idade. Durante as investigações, ambos passaram por avaliações psicológicas, nas quais demonstrou-se certa “fragilidade” em comum.

Segundo o advogado de Céline, embora o caso envolva atitude “moralmente repreensível”, não se trata de “corrupção de menores”. Já o responsável pela parte acusada diz que a postura seria diferente “caso fosse um homem de 35 anos (sic) que se envolvesse com uma garota de 15”. O tribunal dará a sentença sobre o caso no próximo dia 27. Para mais pendengas jurídico emocionais, fique ligado no Baixaki Jogos.


Via Baixaki Jogos

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/jogos/13067-mulher-de-33-anos-se-envolve-com-adolescente-durante-jogatina-de-cod.htm#ixzz1X0joQQ12

Dublagens e legendas

Depois de Phantasy Star(clássico RPG de Mastery System da década de 80) tem aparecidos mais e mais jogos dublados em português-BR, como Star Craft 2 e outros, mas alguns vem com uma tradução ruim e que não é compatível com o personagem e vice-versa, e isso se deve ao fato de existir poucas empresas que conseguem achar alguém compatíviel com o personagem, mas ultimamente isso tem mudado(exeto pelo fato de Alice de "Alice: Madness Returns" que as vezes a voz de Alice não combinava) e melhorado cada vez mais, até que o Brasil ganhou vez e está com o mercado cheio de jogos bem dublados ou não. Veja agora destaques de 2011 que contam com dublagem em PT ou legendas:



WORLD OF WARCRAFT


  • Plataforma: PC
    Conteúdo traduzido: totalmanete localizado, com dublagem, legendas e textos em português
    Lançamento: 2011
World of Warcraft terá uma das maiores traduções já realizadas. A Blizzard informou que fez isso devido ao jogo ser muito extenso e necessitar dessa tradução porque vários textos eram muito importantes para o desenvolvimento do jogo, inclusive terá servers desse fabuloso RPG dedicados ao público brasileiro.

ASSASSIN'S CREED: REVELATIONS


Plataforma:PC, Playstation 3 e Xbox 360
Conteúdo traduzido:legendas em PT
Lançamento:Novembro de 2011

Ezio e Altair não falaram português mas a Ubisoft inclui legendas em português que vão ajudar bastante os jogadores a descobrir mais sobre a trama de Assassin's Creed.

PRO EVOLUTION SOCCER(PES) 2012


Plataforma:PC, Playtation 3 e Xbox 360
Conteúdo traduzido:Narração, menus e informações traduzidas
Lançamento:27 de setembro de 2011

O narrador que terá o prazer será o bem-humorado Silvio Luiz que vem com seus velhos jargões e ao seu lado o jornalista Mauro Beting, que apesar de não ter desenvoltura com seu antecessor sabe muito sobre os desafios.

LORD OF THE RINGS: WAR IN THE NORTH


Plataforma:PC, Playtation 3 e Xbox 360
Conteúdo traduzido: Legendas em português
Lançamento: 1 de Novembro de 2011

Uma ajuda extra nessa saga marcante.


UNCHARTED 3: DRAKE'S DECEPTION

Conteúdo traduzido:Dublagem e legendas em português
Lançamento:1 de Novembro de 2011

Em "Uncharted 3", o português lusitano dos games anteriores da série dá lugar a novas dublagens com sotaque brasileiro. O primeiro trailer da versão brasileira gerou muita discussão na internet sobre a qualidade da dublagem dos games para o Brasil, o que mostra que o jogador quer games em nosso idioma, mas também quer localização de qualidade.

TRACKMANIA 2 CANYON

Plataforma:PC
Conteúdo traduzido:Legendas em português
Lançamento:Setembro de 2011

Segundo a Ubisoft, a grande comunidade de "Trackmania" no país possibilitou uma versão nacional do próximo game, "Trackmania 2 Canyon". Os 500 mil brasileiros ativos no jogo faz a produtora considerar até a criação de conteúdo exclusivo para nosso país, como a adição de carros brasileiros e torneios regionais.

GEARS OF WAR 3

Plataforma: Xbos 360
Conteúdo traduzido:Legendas em português
Lançamento:20 de Stembro de 2011

Ao contrário dos games da série "Halo", "Gears of War 3" não será dublado, porque a Microsoft teme descaracterizar o herói Marcus Fênix. Para compensar, todas as falas em inglês serão legendadas.

NEED FOR SPEED WORLD ONLINE



Plataforma: PC
Conteúdo Traduzido: legendas em português
Data de Lançamento: 2011
Segundo a Electronic Arts, 20 por cento dos jogadores de "Need for Speed World Online" são brasileiros e por isso o game vai receber em breve uma versão adaptada para o nosso país, com legendas em português e pagamento via boleto bancário.

F1 2011


  • Plataforma: PC, PlayStation 3 e Xbox 360
    Conteúdo traduzido: dublagem e legendas em português
    Data de Lançamento: 20 de setembro de 2011

    As vozes por rádio da equipe técnica das escuderias serão dubladas em "F1 2011" . É a sua chance de ouvir em português aquele aviso "amigo" informando que o espanhol está mais rápido que você.

    BATMAN: ARKHAM CITY



  • Plataforma: PC, PlayStation 3 e Xbox 360
    Conteúdo Traduzido: legendas em português
    Data de Lançamento: 18 de outubro de 2011
    Santa versão brasileira, Batman! Todas as conversas de "Batman: Arkham City" serão legendadas, para a alegria dos fãs do Morcegão, que poderão curtir a aguardada aventura em português.
    De onde veio tudo: UOL Jogos